Você conhece essa técnica?

Bem, como de costume, vamos a um texto direcionado especialmente a você e ao sucesso de sua empresa!

Você se lembra dos e-mails das semanas anteriores?

Falamos sobre a análise de dados para as decisões, sobre o planejamento e sobre a execução.

Hoje, falaremos sobre um método gerencial para a melhoria de seus processos: O PDCA.

PDCA engloba exatamente os pontos que havíamos discutido. Ele engloba toda a relação entre planejar, analisar e executar. Tudo isso, pretendendo a otimização de cada ação de sua empresa.

Entenderemos juntos essa metodologia e como aplicá-la!

Vamos lá!

PDCA:

Como você já deve ter percebido, o PDCA é uma sigla. E essa sigla é o segredo para todo o desenvolvimento dessa técnica!

P (plan: planejar): seleção de um processo, atividade ou máquina que necessite de melhoria e elaboração de medidas claras e executáveis, sempre voltadas para obtenção dos novos resultados esperados;

D (do: fazer): implementação do plano elaborado e acompanhamento de seu progresso;

C (check: verificar): análise dos resultados obtidos com a execução do plano e, se necessário, reavaliação de todo o plano;

A (act: agir): caso tenha obtido sucesso, o novo processo é documentado e se transforma em um novo padrão.

Visualmente, conseguimos ter um melhor entendimento do ciclo:

É de fato um CICLO!

Com a mentalidade de PDCA, você planeja uma meta a ser alcançada e  desenvolve um plano de ação para atingi-la.

A ação é executada segundo a nova diretriz e é feita a verificação da efetividade, ou seja, você observa se aquela meta foi alcançada.

Se os objetivos foram alcançados, esta nova sistemática de ação é padronizada.

Em caso de não atendimento da meta, volta-se a etapa inicial e um novo método deve ser planejado, um novo plano de ação deve ser elaborado.

A construção de uma política de solução de problemas e de otimização de processos é essencial para o sucesso de sua empresa.

E o PDCA é A TÉCNICA para o desenvolvimento dessa política de melhorias. Você detecta problemas de sua operação e consegue solucioná-los.Tudo isso com planejamento e análise!

É união equilibrada dos pontos essenciais que “martelamos” na sua cabeça.

Mas, você precisa desses pontos!

SÓ ELES TE TRARÃO SUCESSO!

A ideia que quero te trazer com o PDCA e todas as estruturações de planejamento e ação é:

VOCÊ PRECISA PREGAR EM SUA EMPRESA UMA POLÍTICA DE MELHORIA CONTÍNUA!

E essa política precisa se basear em dados. Em todos os dados possíveis!

Não execute sem planejar e não planeje sem executar!

entenda os dados, os números da sua empresa. Só assim você conseguirá se guiar ao sucesso.

Se você não entende seus números, sua gestão está indo ao caminho do fracasso

Esteja munido dos melhores especialistas para que esses números façam sentido!

E se você não entende seus números, procure quem pode te ajudar!

E a Empresa Contábil que vos envia este post possui essa expertise!

Abuse e use dela!

Um forte abraço!

Você tem medo de fazer?

Se lembra que nas últimas semanas eu te trouxe conteúdos voltados para uma gestão por indicadores, uma gestão de planejamentos e para o desenvolvimentos de estratégias táticas?

Hoje, quero trazer um ponto diferente e tão importante (quiçá mais importante) quanto o ato de planejar:

A EXECUÇÃO!

Um substantivo de conceito simples que transforma-se em ação!

Execução:

substantivo feminino

  1. ato ou efeito de executar, de passar do projeto ao ato; realização.
    “a e. da obra exigiu grande esforço”

  1. habilidade, competência ou energia de realizar algo.
    “o novo chefe é homem de e.”

O planejar é muito importante, ele nos direciona, nos guia, nos faz anular riscos.

MAS, só o executar faz com que as coisas aconteçam!

De nada adianta planejar, criar projetos e soluções, sem ação.

Pense em quantas ideias foram ao lixo, quantas empresas faliram, sem ao menos terem

sido colocadas em prática.

Não existe crescimento, não existe alto desempenho e sucesso sem execução!

Existe uma frase, clichê, mas muito valiosa:

O segredo para o sucesso é o simples ato de fazer!

É preciso que você coloque ações em prática, que você deposite algo no mundo!

Pessoas (em especial clientes) não valorizam o planejamento. Eles querem o ato! A execução!

E você precisa dar o que seus clientes querem!

O planejamento e as especificações técnicas não farão seu produto ser vendido. Eles, obviamente, são parte do processo de vender, mas AGIR é o responsável pelo fechamento da venda.

Seja um pouco menos crítico com o que você produz. E faça mais!

Gosto de tomar como exemplo a produção de conteúdos (área na qual sou especialista). A produção precisa ter o foco no público alvo.

Muitas pessoas sentem vontade de criar um canal no Youtube, um blog, um podcast, mas temem não produzir o conteúdo perfeito.

Isso não importa!

Você perder 12 horas produzindo o vídeo perfeito, com a melhor edição, NÃO VAI gerar valor!

Primeiro você precisa de consistência e só assim você consegue uma audiência.

O mesmo serve para qualquer projeto, seja qual for seu segmento de mercado.

Você precisa ATUAR para se tornar bom!

Planejamento em excesso só vai atrasar sua execução!

Você precisa se planejarpensar no seu cliente, É CLARO! Mas, você não pode perder tempo demais com esse ponto.

É preciso tirar do papel! Levantar da cadeira e fazer acontecer.

Aprenda a agir e se replanejar! Isso faz parte do processo também.

O replanejamento e a criação de novas estratégias também são parte da execução.

O que não pode fazer parte do processo é a procrastinação e o medo do ACONTECER!

A dica e a conclusão que quero que você tenha com esse artigo é: FEITO É MELHOR QUE PERFEITO!

Pois então, FAÇA! E transforme seus processos em verdades e sucesso!

Não perca mais tempo!

Para que possamos concluir o pensamento de planejar e agir, na semana que vem trarei um método iterativo de gestão para que você não se perca no acontecer e no planejar.

Você aprenderá como controlar e melhorar continuamente seus processos e produtos.

Comece a fazer!

Até lá!

O que você faria se tivesse 1 bilhão na conta?

Nas semanas anteriores te trouxe alguns dos indicadores essenciais para a gestão da sua empresa. Aqueles números que você não pode deixar de analisar, os números que guiam seu sucesso e guiam o desenvolvimento de seus planos de ação. 

E hoje, quero reforçar a necessidade de se guiar por números. 

Precisamos entender muito bem a importância dos dados para o desenvolvimento do nosso sucesso.   

É preciso ser Data Driven:

Uma empresa Data Driven é guiada por númerosorganiza seus processos métricas com base em dados reaisfugindo assim de decisões embasadas em intuição, instinto, exemplos passados, achismos. 

Esse é um dos pontos mais importantes da cultura da Nucont. E tenho uma gratidão imensa por ter inserido em meu Mindset. 

Assim como dissemos em todos nossos artigos anteriores, o achismo só vai te levar ao fracasso!

É PRECISO GUIAR TODO SEU CAMINHO POR NÚMEROS!

Você precisa ter certeza de que suas escolhas são as melhores. E você só terá essa certeza se planejar a partir de uma visão data driven.

Com esse pensamento conseguimos tirar um conclusão que muda toda gestão de crescimento : O caminho do 0 ao 1 é diferente do caminho do 1 ao 5.

O que isso quer dizer?

Numa empresa em crescimento, precisamos ter clareza das diferentes jornadas. E devemos entender que os caminhos mudam, os números mudam. 

Por exemplo: 

A partir do momento que sua empresa com dois únicos funcionários e 5 clientes passa a ter dez colaboradores e 40 clientes, TUDO MUDA! 

Você não pode ter a mesma mentalidade, você não pode ter as mesmas metas.

Não adianta, não vai dar certo!  

Além de uma empresa maior exigir um comprometimento e uma maturidade diferentes, ela exige uma análise de dados de forma diferente e mais profissional.

Um empreendedor não pode ser amador.  

Pessoas dependem do seu sucesso!

Sua empresa transita e suas ações precisam transitar.

As metas precisam ser mudadas! 

Você precisa saber qual caminho seguir! E precisa saber que o caminho mudará.

E a única forma de estipular metas, e de guiar suas decisões, é ANALISANDO DADOS!

É preciso auditar sua vida! 

Eu tenho certeza de que o entendimento da sua jornada e a clareza dos números te trará (além do sucesso) uma gratidão absurda.

Conhecer o caminho, passar pelo caminho e medir o caminho é muito mais gratificante do que só chegar!

Se eu te oferecesse a oportunidade de ter uma empresa com 10 mil funcionários, 1 bilhão de reais na conta e 100 anos de idade nas costas, você aceitaria? 

Provavelmente não!

O caminho importa!  

Pessoas valorizam a jornada!

Pessoas querem viver os momentos e aprender com eles!

Mas, as pessoas se confundem na execução ao longo da vida.

E, por já saber disso, você não correrá o mesmo risco!

Você valorizará a jornada e guiará seus passos por informações e números!

Eu sei como é complicado se guiar por dados.

Não disse que seria fácil. 

E é por isso que estamos a seu lado!

A Connect Contábil se preocupa com você! 

E, a mesma, tem toda a expertise para te guiar e guiar suas decisões interpretando números!

Não perca mais tempo! 

Os 100 anos chegarão, mas você terá lembranças de que percorreu o caminho certo! 

Sua forma de gestão está errada?

Você está gerindo sua empresa de forma estratégica?

Espero que após nossos dois últimos contatos você tenha passado a prestar atenção em dados importantes, caso ainda não o fizesse!

Lembra que falamos de indicadores importantes para uma gestão assertiva da sua empresa? No último contato trouxemos alguns indicadores intermediários, que foram: o Markup, as Liquidezes Imediata e Corrente, e os Prazos Médios, essenciais para se tornar mais competitivo no mercado quanto ao seu preço e a seus prazos!

Dessa vez falaremos de indicadores avançados, que podem trazer uma análise da saúde financeira da sua empresa e se você está gerenciando os seus recursos de maneira efetiva!

Mesmo empresas que têm sua operação lucrativa podem falir, caso não façam um gerenciamento adequado dos seus recursos! Por isso é necessário estar atento à saúde da sua empresa.

Sendo assim, falaremos de indicadores essenciais nessa análise: o Ciclo Financeiro e Ciclo Operacional; o Capital de Giro e a Necessidade de Capital de Giro; e o EBITDA. Vamos entender o que cada um significa?

1- Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro

Lembra-se dos Prazos Médios da última conversa? Os Prazos Médios de pagamento, estocagem e recebimento? Então, são eles que vão influenciar no intervalo, em dias, dos Ciclos Financeiro e Operacional.

  • O Ciclo Operacional (CO) irá englobar todos os acontecimentos da organização. Tendo início com a compra da matéria-prima, passando pela produção, estocagem dos produtos acabados, vendas desses produtos e finaliza com o recebimento referente às vendas realizadas. Compreendendo, então, o período (em média) entre a compra de insumos para as operações e as entradas de caixa.

Ciclo Operacional = Prazo Médio de Estocagem + Prazo Médio de Recebimento

Uma boa gestão do estoque é essencial para garantir um CO mais curto. Uma empresa saudável busca que seu estoque seja baixo, para que haja o giro do estoque mais vezes ao ano. Um alto estoque, além de fazer com que não haja circulação de dinheiro, gera altas despesas para a empresa, com aluguel para armazenagem, contas, funcionários para organização, etc..

Sendo assim, um CO baixo indica que a empresa tem maior giro de estoque, e tem uma boa negociação do prazo médio de recebimento com seus clientes. Garantindo que seus clientes paguem com menor prazo, de forma que o dinheiro retorne para a empresa mais rápido.

  • O Ciclo Financeiro (CF) também pode ser chamado de ciclo de caixa, ele é o período compreendido entre o pagamento do seu fornecedor, até o recebimento do seu cliente, referente à venda do produto ou serviço.

Você já se deparou com a situação de precisar atrasar as contas a pagar com seus fornecedores, porque seu caixa estava comprometido? Já precisou usar o cartão de crédito pois não tinha saldo em caixa? Isso pode ter acontecido porque você não está gerenciando seus prazos e ciclos. E esse é o maior motivo das empresas quebrarem, não conseguem financiar sua operação.  

Quanto maior for o CF da sua empresa, pior para a saúde do seu negócio. Isso indica que você não consegue negociar bons prazos com seus fornecedores (prazos baixos de pagamento), e com seus clientes (altos prazos de recebimento), e não tem um bom prazo médio de estocagem (mais alto). Com um CF alto, maior a demora para a volta do dinheiro para sua empresa.

Quando o CF é negativo, significa que o PMP é maior que a soma do PME com o PMR, ou seja você tem mais prazo para pagar os seus fornecedores do que o intervalo até receber de seus clientes, situação excelente em que os clientes estão financiando a sua operação, logo você não precisa de capital para fazer a operação acontecer.

Ciclo Financeiro = Prazo Médio de Estocagem + Prazo Médio de Recebimento – Prazo Médio de Pagamento  

Um bom controle dos ciclos Operacional e Financeiro garante que a empresa esteja sempre otimizando sua operação e ciclo financeiro. O ajuste deles faz com que essa empresa tenha um bom gerenciamento do Capital de Giro, que vamos ver a seguir.

2- Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro

  • A Necessidade de Capital de Giro são os recursos mínimos (ativo operacional) que a empresa necessita para garantir que sua operação (compra, produção e venda de produtos ou serviços) se mantenha funcionando.

Ela é diretamente influenciada pelo Ciclo Financeiro, quanto maior o CF, mais essa empresa terá necessidade de recursos para financiar a sua operação no intervalo entre pagar os seus fornecedores e receber de seus clientes, sendo assim, maior será a Necessidade de Capital de Giro.

As variáveis que influenciam no seu cálculo são:

  • Ativo Circulante Operacional: são os direitos da empresa vindos da operação (clientes, estoque, adiantamentos a fornecedores, ICMS a recuperar, etc.)

  • Passivo Circulante Operacional: são as obrigações da empresa relacionados à operação (salários a pagar, pagamento de fornecedores, ICMS a recolher, etc.)

Necessidade de Capital de Giro = Ativo Circulante Operacional – Passivo Circulante Operacional

A Necessidade de Capital de Giro positiva indica que a empresa necessita de Capital de Giro para financiar a operação. Já seu resultado negativo diz que o seu passivo operacional está financiando a operação, por exemplo, os fornecedores podem fazer esse papel quando o PMP é maior que a soma do PME com o PMR. Uma análise mais profunda é feita comparando com o Capital de Giro disponível e o Saldo de Tesouraria dessa empresa.

  • O Capital de Giro é o que a empresa tem disponível para investir na continuidade do funcionamento da sua empresa. São os recursos para manter estoques, para pagamento aos fornecedores, pagamento de impostos, salários e demais custos e despesas operacionais. Quanto maior for o capital de giro, significa que mais fontes de recursos estão disponíveis para a empresa financiar sua operação.

As variáveis necessárias para o cálculo do Capital de Giro são:

  • Passivo Não Circulante: contas a pagar no longo prazo

  • Patrimônio Líquido: valor contábil pertencente aos acionistas ou quotistas

  • Lucro Líquido: é o rendimento da empresa, após o pagamento dos custos e despesas

  • Ativo Não Circulante: bens e direitos de uma empresa que não podem ser convertidos em capital no curto prazo

Capital de Giro = (Passivo Não Circulante + Patrimônio Líquido) + Lucro Líquido – Ativo Não Circulante

Quanto maior o Capital de Giro mais fontes de recursos estão disponíveis para a empresa financiar sua operação. No entanto, o Capital de Giro pode ser negativo. Nesse caso as aplicações permanentes são maiores do que as fontes permanentes, significando que a empresa financia parte de seu ativo não circulante com fundos de curto prazo.

A Necessidade de Capital de Giro e o Capital de giro vão definir o Saldo de Tesouraria da empresa. O saldo de tesouraria tem um comportamento definido pelo resultado do confronto entre o Capital de Giro e a Necessidade de Capital de Giro.

Saldo de Tesouraria = Capital de Giro – Necessidade de Capital de Giro

Caso o Saldo de Tesouraria seja positivo, deduz-se que a organização possui folga financeira. O Saldo de Tesouraria será negativo quando o Capital de Giro for insuficiente para financiar a Necessidade de Capital de Giro, sendo necessário que a empresa lance mão de empréstimos, investimentos, etc. para financiar o restante da operação.  

O controle desses três indicadores é importantíssimo para a empresa, pois representam um retrato dela em dado momento e ajudam a entender o resultado de estratégias tomadas. Podem indicar, por exemplo, uma situação de Insolvência Financeira que a empresa pode estar passando, num momento em que o Capital de Giro está negativo e a Necessidade de Capital de Giro positiva. Isso pode acontecer caso a empresa aproveite uma oportunidade de fazer uma compra elevada com seus fornecedores, por um preço reduzido, e acaba gerando um estoque muito elevado, mais do que o necessário e sem estudo prévio de suas vendas. Tal compra vai acarretar um estoque muito alto e com baixo giro durante o ano. Os prazos médios de pagamento e recebimento se mantêm, e ela acaba tendo um Ciclo Financeiro muito elevado, fazendo com que o seu Capital de Giro não acompanhe o aumento da Necessidade de Capital de Giro, se tornando insuficiente para o financiamento da operação.

3- EBITDA

O EBITDA é um indicador financeiro que significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Ele é importante pois é capaz de analisar o desempenho da organização sem influências externas, pois indica quanto a empresa gera de lucro (ou prejuízo) apenas em suas atividades operacionais, sem considerar os efeitos financeiros e de pagamento de tributos.

Esse indicador auxilia a descobrir o potencial de geração de lucro e determinar a evolução da produtividade e da eficiência ao longo do tempo. Sendo assim, ele irá mensurar a saúde financeira da empresa, levando em conta o que a empresa consegue gerar de receita, sem levar os efeitos citados anteriormente. A utilização do EBITDA ganha importância, porque analisar apenas o resultado final da empresa (lucro ou prejuízo) muitas vezes tem sido insuficiente para avaliar seu real desempenho em um dado período.

Ele é calculado da seguinte forma:

EBITDA = Lucro Líquido – Impostos – Despesas Financeiras – Receitas Financeiras – Depreciação – Amortização

Caso o EBITDA seja negativo a empresa não está conseguindo gerar recursos através das suas atividades operacionais, então tecnicamente não é viável essa empresa continuar colocando dinheiro no negócio, pois ela não terá retorno. Um EBITDA positivo significa que a empresa consegue fazer com que as atividades operacionais gerem recursos futuros.

O EBITDA pode ser utilizado     como uma forma de mostrar para investidores que a eficiência ou a produtividade da sua empresa vem crescendo de um ano para o outro, analisando a variação de um ano para o outro, sendo um dos indicadores mais importantes na análise de créditos das empresas. A eficiência também pode ser utilizada para fazer uma comparação entre empresas do mesmo ramo no mercado.

Por isso é importante que o empresário esteja atento à esse indicador, com o intuito de garantir uma boa representatividade da sua empresa no mercado. Também para analisar se o investimento em seu negócio está gerando retorno.

Conclusão:

Acabamos de ver uma série de indicadores essenciais para a tomada de decisões em sua empresa. Significa que a partir de agora você irá gerir sua empresa de forma eficiente, certo?

Uma boa análise e gestão através dos indicadores que acabamos de ver vão ajudar que a sua empresa se mantenha saudável e longe de doenças que podem a levar à falência!

Tem alguma dificuldade em analisá-los sozinho?

Essa mesma contabilidade que te escreve está preparada para guiar na gestão desses indicadores e da sua empresa!

Não deixe de nos usar como auxílio na tomada de decisões estratégicas.

Esteja atento a cada movimentação de sua empresa e tenha a seu lado os melhores profissionais!

Esses números interferem no seu sucesso!

Gostou do nosso post da semana passada? 
Trouxe para você três indicadores muito importantes aos quais você deve se atentar ao tomar decisões na sua empresa: a Lucratividade, a Margem De Contribuição e o Ponto de Equilíbrio. Esses são os indicadores básicos para se preocupar, tomando decisões mais assertivas e com base em dados.

Chega de tomar decisões guiadas pelo achismo e sem ter certeza de que essa deve ser a melhor para a empresa.

Não tenha prejuízos! Vamos entender como gerenciar sua empresa com base no que os números estão te dizendo.

Continuaremos hoje com os indicadores intermediários, que todo empresário deve ter conhecimento, para a boa gestão da sua empresa!

Aqui vão alguns indicadores importantíssimos para a tomada de decisão! São eles: o Markup, a Liquidez Imediata e a Liquidez Corrente, e os Prazos Médios, continue comigo para entender a importância de cada um.

1- Markup

Você já teve o desafio de calcular ou revisar o preço do custo do produto que sua empresa comercializa ou serviço que presta?

Markup é um índice multiplicador do custo/serviço de um produto para a obtenção do preço de venda. 

As variáveis que influenciam no cálculo do Markup são:

  • % Impostos: são os tributos incidentes sobre as vendas pagos pela empresa, em forma de porcentagem, que é quanto esses impostos representam na receita
  • % Despesas: são valores investidos nas estruturas comercial e administrativa do seu negócio, em forma de porcentagem, que é quanto essas despesas representam na receita
  • % Lucro desejado: é o quanto você pretende ter de lucro líquido, ou seja, depois que recebeu tudo e pagou todas as contas, quanto, em %, você deseja que gere de lucro.

Markup =                                                  1

                 —————————————————————————————–

[1 – (%impostos + %despesas + %Lucro desejado)]
                          

É importante destacar que o Markup pode ser calculado para cada produto individualmente, ou para todos os produtos.

Fazendo o cálculo do Markup garantimos que: o preço final do produto cobre todos os custos; e que ele é capaz de gerar uma margem de lucro esperada. Com essa informação sua empresa é capaz de tornar o seu produto mais competitivo, fazendo uma comparação com os preços do mercado, e ajustando de forma que ela tenha uma margem de lucro esperada, mantendo o preço competitivo.

2- Liquidez Imediata e Liquidez Corrente

Os indicadores de liquidez são importantes para o gestor averiguar o crédito de uma empresa, ou seja, avaliam a capacidade monetária de pagamento da empresa frente a suas obrigações. Existem vários tipos de liquidez, aqui vamos apresentar duas muito importantes para a gestão do caixa da empresa.

Uma empresa possui liquidez alta quando o seu fluxo de caixa é bem administrado para cumprir com os pagamentos.

O indicador da Liquidez Imediata vai medir a capacidade da empresa de cumprir com obrigações de curto prazo, utilizando apenas o seu capital disponível. Ou seja, a capacidade da empresa de pagar suas contas do dia a dia, utilizando o capital de liquidez imediata.

Liquidez Imediata =     Caixa e Equivalente de Caixa

                                    ——————————————-

                                                Passivo Circulante 

Sendo as variáveis:

  • Caixa e equivalente de caixa: tudo o que a empresa tem disponível em caixa, bancos e investimentos de liquidez imediata
  • Passivo circulante: contas a pagar no curto prazo, dentro de um ano

Já o indicador da Liquidez Corrente mede a capacidade da empresa de honrar com suas obrigações no curto prazo, ou seja, considerando todas as contas que essa empresa tem a pagar  e a receber no curto prazo

Tendo como base:

  • Ativo circulante: bens e direitos que podem ser convertidos em dinheiro no curto prazo.
  • Passivo circulante: contas a pagar no curto prazo, normalmente dentro de um ano

Liquidez Corrente =            Ativo Circulante

                                 ——————————————-

                                               Passivo Circulante 

Uma interpretação suuuper básica que temos para esses resultados é a seguinte:

  • Resultado > 1: bom grau de liquidez;
  • Resultado = 1: recursos se igualam ao valor dos pagamentos;
  • Resultado < 1: baixo grau de liquidez.

Olhar apenas para essa regra básica da liquidez pode lhe trazer uma visão míope da situação, para tomar decisões assertivas é necessário analisar vários indicadores em conjunto. Uma Liquidez Corrente de 3 por exemplo, analisando essa regra de bolso parece bom, mas pode ser que seu ativo esteja muito grande, sendo mal aproveitado e prejudicando o ROA (Retorno Sobre o Ativo), mostrando que seus ativos são ineficientes.

3- Prazos médios de Pagamento, Estocagem e Recebimento

Os prazos médios trazem uma análise dos prazos: para o pagamento de fornecedores; de estocagem; e recebimento de clientes.

Prazo Médio de Pagamento (PMP) é o tempo médio (em dias) entre a data da compra e o pagamento efetivo ao fornecedor, sendo determinado entre a empresa e seu fornecedor.

Quanto maior for o PMP, melhor para o caixa da empresa, pois ela terá mais prazo para pagar seus fornecedores. Ter um prazo maior para pagar o fornecedor é importante devido à relação do dinheiro no tempo, com o passar do tempo o dinheiro se desvaloriza a para a empresa vale mais a pena pagar suas contas no futuro.

PMP  =                         

                                        Fornecedores

                   ( —————————————————— ) x 30 x N

                                          Compras

N = Número do mês (ex: Janeiro = 1; Julho = 7)
O controle do prazo médio de pagamento é importante para a gestão da empresa para que ela possa se preparar para fazer o pagamento dentro dos prazos.

Prazo Médio de Estocagem (PME) se resume em quanto tempo o estoque permanece na empresa. Ou seja, exibe o intervalo, em dias, que a organização leva para ser capaz de comercializar os itens que ainda estão em estoque. Esse indicador é de extrema importância, porque através dele é possível tomar decisões mais eficazes em relação à gestão de estoques e das operações de logística.

PME  =                            Estoque

                 ( —————————————————— ) x 30 x N

                          Custo da Mercadoria Vendida

N = Número do mês (ex: Janeiro = 1; Julho = 7)  

Um PME alto significa que o estoque demora a girar e a empresa precisará financiar este custo do produto parado em estoque.

Já o Prazo Médio de Recebimento (PMR) é o tempo que a empresa demora a receber suas vendas. O PMR baixo indica que ela dá menos prazo para que os seus clientes a paguem, sendo positivo para o caixa, pensando que o dinheiro hoje vale mais do que amanhã, ou seja, ela dá menos tempo para que aquele recebimento se desvalorize além de preferir o caixa no presente para fomentar a operação.

PMR  =                                    Clientes

                  ( ——————————————————————– ) x 30 x N

                   (Receita Bruta – Cancelamentos e Devoluções)

N = Número do mês (ex: Janeiro = 1; Julho = 7)  

É claro que oferecer prazos para seus clientes se torna um atrativo para vender mais, no entanto o prazo de recebimento impacta no fluxo de caixa e na gestão financeira da empresa. Portanto é necessário conhecer o seu Prazo Médio de recebimento e negociar com o seu cliente de forma a não prejudicar seu Fluxo de Caixa.

Fique ligado no e-mail da semana que vem, vamos falar sobre como esses prazos médios se relacionam e o quanto essa análise pode ser valiosa para um bom Fluxo De Caixa da sua empresa.

Conclusão:

Perceba o quanto essas informações são importantes para manter a saúde da sua empresa. Ter o controle de cada uma delas é uma forma de se tornar mais competitivo no mercado quanto ao seu preço e a seus prazos!

Você não conhecia esses indicadores? Tinha dificuldade de analisá-los? 

O especialista que pode te ajudar nessa gestão está mais próximo do que você imaginava! A empresa de contabilidade que vos fala está capacitada para fazer essas análises e ajudar na tomada de decisões de maneira assertiva.

Entre em contato para que façam essas análises juntos!

Ahh, e não perca o próximo post! Continuaremos essa trilha com os indicadores AVANÇADOS para sua gestão.

Preste atenção nos indicadores!

Lembra-se do post da semana passada?

Trouxe para vocês um artigo que contava um pouco sobre a realidade da maioria dos empresários brasileiros: A decisão e o controle por achismo. 

Infelizmente a gestão por achismo e intuição faz parte da realidade empresarial de nosso país. É um erro muito comum e que traz prejuízos incalculáveis.  

Na maioria das vezes, a falência é o resultado.

Assim como falei no último post precisamos contornar essa situação. E é por esse motivo que trarei uma série de três posts sobre os indicadores para a gestão da sua empresa. 

Dividiremos da seguinte forma:

Básicos 

Intermediários

Avançados

Começarei hoje pelo básico, trazendo, nesse post, os indicadores mínimos para essa Gestão. São dados que não podem faltar a nenhuma empresa!

O acompanhamento desses indicadores é imprescindível para uma gestão extremamente substancial. TODAS as empresas precisam dessa análise! E se você não faz… Esse é o momento de replanejar o caminhar de sua empresa.

Os indicadores essenciais para a gestão da sua empresa:

 1 –  Lucratividade 

Lucratividade não é lucro. 

Mas nem por isso você deve esnobá-lo!

O objetivo dele não é evidenciar o seu prejuízo ou o seu lucro, mas sim, de compreender se a sua operação é válida ou não.

A Lucratividade é calculada assim:

(Lucro líquido/ receita bruta) x 100 

E o que isso significa? 

Ele lhe fornece em percentual se a sua operação paga os seus custos e despesas (gastos) e ainda gerar lucro. 

Por ser um índice, ele é comparável e é uma excelente forma de compreender – sob essa perspectiva – qual o desempenho da sua empresa se comparada com o que é visto no mercado e nos seus concorrentes.

Esse indicador é o básico do básico, o “alcalino” da gestão por indicadores. E aquele que a maioria dos empresários tomam, equivocadamente, como o único para a Gestão.

2 – Margem de Contribuição:  

É o quanto o lucro da venda dos produtos e/ou serviços contribuirão para a empresa cobrir todas as suas despesas e ainda gerar lucro.  

O percentual da Margem de Contribuição é calculado assim:

Margem de Contribuição = Receitas – Custos. 

Margem de Contribuição % = Margem de Contribuição/ Receitas x 100 

Esse cálculo mostra a porcentagem de suas vendas que será destinada a pagar todos os custos ligados a produção e a porcentagem que será utilizada para pagar todos os gastos fixos da empresa. 

Se der justinho para pagar essas despesas, você terá atingido seu ponto de equilíbrio. Se sobrar, você terá lucro e se faltar… prejuízo.

3- Ponto de Equilíbrio: 

Ponto de Equilíbrio, é quanto a empresa precisa ter de receita para que o lucro dela seja zero, ou seja, é o ponto em que os produtos vendidos pagam todos os custos e despesas sendo elas fixas ou variáveis, mas não gera lucro. Se a margem de contribuição dos novos produtos for positiva, a empresa passará a gerar lucro a partir desse ponto.

Ponto de Equilibrio =    Despesa Mensal/ % Margem de Contribuição

É interessante analisarmos neste indicador, a capacidade máxima produtiva da empresa, pois em alguns casos, para vender mais é preciso realizar investimentos ou ampliar a estrutura, elevando os custos e as despesas fixas (contratando mais pessoas, aumentando a área ocupada pela empresa, entre outras).

Uma questão importantíssima e que bate diretamente com o cálculo do ponto de equilíbrio, pode ser a perda de um cliente.

Sem informações, a perda de um cliente tira a calma, vira motivo de exagerada preocupação e às vezes até mesmo de atitudes precipitadas, como a rescisão de contratos de trabalho de alguns auxiliares.

Conhecer o Ponto de Equilíbrio possibilita considerar se o impacto do contrato perdido é significativo e a buscar soluções mais adequadas.

Conclusão:

Viu só?! A importância da análise e da gestão por indicadores é nítida!

Sem essa visão estratégica e a tomada de decisão por dados, sua empresa corre sérios riscos.

Não tome atitudes precipitadas, não corra contra a corrente, não trate ao invés de prevenir! 

Tome os indicadores como guias para o desempenho e para o melhor de sua empresa!

Você não tem conhecimento desses indicadores? Não fazia ideia de tudo que te contei?

Bom, é hora de procurar um especialista capacitado para te atender e te guiar por esses dados e por esse emaranhado de números e informações.  

olha só! Você já tem uma equipe especializada mais perto do que você imagina!

Connect Contábil, quem vos escreve esse post, é capacitada para te ajudar e possui toda expertise para te guiar pelo caminho do sucesso!

Converse conosco! Entenda, analise e decida o melhor para você e sua empresa!

A salvação do vale da sombra da morte

Estão lembrados do último post? A História de Amanda e Cleber, sócios e donos da Comemorar (Uma empresa que estava perdida no vale da sombra da morte).

Bem, para trazer a solução dessa história, vamos retomar do ponto onde paramos.

A falência batia na porta:

Amanda e Cleber estavam completamente perdidos, presos e cercados de incertezas. Era o fundo do poço!  

A Comemorar nunca teve um controle certeiro. Eles cumpriam as obrigações e era só isso! Tocavam uma empresa sem ao menos analisar resultados e tomavam decisões baseadas no achismo e na intuição.  

Era óbvio! Uma hora a bomba explodiria. Infelizmente ela tinha explodido cedo demais…

Amanda e Cleber foram vencidos… Não havia o que fazer.

A vida dava uma rasteira sem piedade e o chão estava longe.

Eles já tinham desistido, mas o destino salvaria as personagens principais dessa história…

O destino estava em um rolar de página: 

O sol nascia na Segunda-feira e a barriga dos sócios gelava de medo.

Amanda, chegava consternada na empresa. Tinha que forçar sorrisos para equipe… Uma hora, aquela bomba chegaria aos ouvidos dos funcionários.  

Ela sentou-se à mesa, desolada.

Abriu seu computador (depois de analisar a possibilidade de vendê-lo para conseguir renda extra).

Resolveu dar uma olhada nos e-mails, rolava a página e respirava fundo.

De repente, ela se deparou com um assunto de e-mail que chamava atenção:

“Você sabia que 1/3 das empresas quebram antes de completar 2 anos de vida?” 

Amanda olhou para todos os lados, só podia estar sendo vigiada! Uma coincidência como essa não poderia acontecer…

E ela estava certa. Não era coincidência! 

Era conhecimento e representação de fatos reais. Aquilo não acontecia só com a Comemorar ! 

Resolveu abrir aquele material e conhecer quem estava por trás do “e-mail espião”.

O “E-mail espião” tinha a solução:

Surpreendeu-se quando descobriu que era uma proposta de serviços contábeis. O e-mail era assinado por uma contadora e trazia uma proposta completamente diferente do habitual. O escritório contábil contava histórias e trazia fatos e números para comprovar cada frase e cada análise. 

A identificação foi instantânea! Aquele e-mail tinha uma abordagem, uma linguagem, uma forma de apresentar-se completamente inovadora. 

Amanda estava acostumada com aqueles e-mails chatos, que não falavam nada de interessante, não agregavam nada e ainda terminavam com uma saudação repleta de chatice. Eram terríveis!

Agora, ela estava de frente a uma obra prima da comunicação. E, essa obra prima, trazia uma solução para seu problema! Aquele escritório faria um acompanhamento financeiro e gerencial completo.

Isso era Contabilidade?? Ela não sabia que, dentre os serviços pregados pela Contabilidade, estava o de cuidar de fato das empresas. Uma preocupação e um enfoque na saúde financeira. 

Ela resolveu dar uma chance a autora daquele e-mail. Mostrou a obra a seu sócio e, juntos, marcaram uma reunião de proposta.

A reunião foi um sucesso! A proposta era inovadora e se encaixava perfeitamente com o déficit da Comemorar. Agora, eles teriam um acompanhamento certeiro!  

O escritório prometia, além de todos serviços completos, salvar a Comemorar.

Não conseguiam conter sorrisos! 

A proposta não foi uma jogada de marketing. De fato, o escritório conseguiu salvar a comemorar!

Começaram a organizar toda a contabilidade da empresa. Analisaram TUDO, desde o início do ano. Precisavam de um comparativo e de uma avaliação mais precisa. Não fariam só o básico! Observaram cada indicador, cada mudança. A conclusão foi precisa: Comemorar sofria de Insolvência Financeira… 

Fazendo uma análise tecnológica e precisa, com representações gráficas, a contadora percebeu alterações e anormalidades. O problema estava escancarado, verificaram que o Ciclo Financeiro daquela empresa estava prejudicado. A Necessidade de Capital de Giro era maior que o próprio Capital de Giro. Isso tornava o Saldo de Tesouraria negativo… 

Cleber e Amanda foram para o jogo:

Amanda e Cleber arregaçaram as mangas e seguiram cada orientação passada pela Contadora!

A adequação dos prazos médios foi o primeiro passo. Modificaram a data de emissão de cada nota fiscal (Do final para o Início do mês) e criaram uma régua de cobrança para tratar toda a inadimplência.

Foi um renascimento! 

Aquela Contabilidade munida de indicadores e da expertise financeira salvou a empresa que beirava a morte.  

Amanda e Cleber estavam desacreditados. Aquilo não podia ser real! Uma contadora, que havia aparecido pelo destino, salvou vidas!  

Aconteceu uma das maiores inversões de valores já presenciadas por nossas personagens principais.  

A Contabilidade era de fato uma ferramenta para a gestão. Não eram só pessoas para tratar de papeladas e das obrigações fiscais. Ia muito além disso!

Amanda e Cleber nunca ficaram tão gratos. Uma amizade e uma parceria nascia e crescia como nunca! 

Foi o destino?  

Gostou da história? O que você pode tirar de conclusão com ela? 

No próximo post, conversaremos um pouco mais sobre essa “inversão de valores”!

Existe fuga da falência?

Acredito que todos que leem nossos posts já estão acostumados com algumas estruturações padrões:

Uma explicação de um problema de gestão empresarial, juntamente com sua possível solução;

Dicas específica de gestão, questões básicas internas; 

Desenvolvimentos de metodologias de vendas.

Bem, como gosto muito de quebrar os padrões e como acredito que a mesmice cansa e não traz resultados à longo prazo, quero trazer um artigo um pouco diferente.

Hoje, quero te contar uma história.

Uma história real de uma quase FALÊNCIA.

Um fato que pode estar acontecendo HOJE com a SUA EMPRESA.

Mas, fique calmo… Essa história teve um final feliz, graças a um profissional muito importante.

CHEGA, SEM MAIS SPOILERS! Vamos para a história.

A Falência se aproximou:

Essa é a história que aconteceu com a Comemorar, uma Startup mineira que organizava eventos de forma automatizada e bem tecnológica.

A empresa tinha uma estruturação bem complexa e a conexão com fornecedores de todo o Brasil.

Era uma das primeiras e a mais avançadas produtoras de eventos online.

Era um cofre do tesouro!

Tudo ia muito bem, o sucesso em vendas era estrondoso. Os sócios fundadores mergulhavam de ponta no sucesso e na realização profissional.

Maas, uma pequena desorganização crescia e ia se transformando em um monstro.

Os fundadores e responsáveis pela “organização”, Cleber e Amanda, não tinham um controle financeiro bem desenvolvido.

Eles se preocupavam com o Todo, maas se esqueciam de pequenos detalhes. E esses pequenos detalhes, foram os causadores de um dos maiores cânceres financeiros que já haviam se deparado…

Cleber e Amanda tinham uma cultura de proximidade com cada cliente. O atendimento “personalizado” e a liberdade de pagamentos que os clientes tinham com a empresa geraram um problemão.

Aquilo que taxavam como “favor” e uma forma de ajudar, criou uma doença financeira.

Qual era esse favor gravíssimo?

Essa má organização financeira consistia na falta de controle de prazo de recebimento e das notas.

Eles emitiam notas e não tinham um controle dos prazos de pagamentos.

Muitas vezes, para não interferir no Fluxo de Caixa da empresa, precisavam tirar dinheiro do próprio bolso para organizar fechamentos.

Amanda e Cleber não sabiam se os clientes haviam pagado as notas emitidas.

Era uma bagunça!

A inadimplência não podia ser medida e a emissão de notas se dava em datas diferentes e aleatórias (à escolha dos clientes).

Eles tinham todos os gastos e só recebiam 60 dias depois da emissão das notas.

Eles estavam perdidos!

Chegou a um ponto onde o Capital de Giro não conseguia financiar a operação. A empresa não gerava caixa, ela só consumia…

Eles estavam perdendo dinheiro e perdendo a empresa.

A empresa não se sustentava.

Foi um momento muito obscuro, não havia saída, não sabiam o que fazer…

Cleber e Amanda queriam fugir do país e se esconder numa caverna…

Nem tudo é um conto de fadas.

Precisavam de uma solução e uma solução imediata.

Como sairiam dessa?

Identificou-se com esse sufoco?

Quer saber a continuação dessa história? Veja no próximo post…

No próximo post trarei para você a solução e os responsáveis pela restruturação e pelo resgate do vale da sombra da morte. A Comemorar renasceu das cinzas!

IRPF 2019: Qual a documentação necessária e quanto pode pesar a multa

A multa por não entrega da declaração pode ser realmente salgada em 2019. Por isso é preciso que ela seja entregue dentro do prazo.

Para isso a CONNECT ORGANIZAÇÃO CONTÁBIL organizou uma lista com os documentos que você precisa para fazer a sua declaração. Nossa equipe está a postos para lhe ajudar. Mas não deixe  para os últimos dias, pois talvez sua declaração não fique pronta a tempo.

A grande vantagem de realizar a sua declaração através de um contador é a assessoria com a documentação e também com o acompanhamento da mesma, que continua mesmo depois  ser entregue, o que permite em alguns casos uma retificação.

A equipe CONNECT pode lhe fornecer todas as informações sobre nossos serviços através de nosso whatsapp 41 9 9264-6280.

CALENDÁRIO

O prazo final termina às 23h59 do dia 30 de abril.

MULTA

Entrega após o prazo final estará sujeito ao pagamento de multa, que pode variar de R$ 165,74 a 20% do imposto devido, mais juros de mora.

Só estão isentos da multa os contribuintes que não são obrigados a apresentar a declaração do IR. O contribuinte que perder o prazo não precisa se preocupar com o cálculo da multa. O próprio programa do IR calcula o valor do Darf (documento para pagamento do imposto no banco) automaticamente, com base no dia de entrega da declaração.

DOCUMENTAÇÃO

  • CPF, título de eleitor, comprovante de residência
  • Informe de rendimento salarial
  • Informe de rendimento bancário
  • Comprovante de renda (Heranças, doações, saques do FGTS, etc.)
  • Recibos e notas fiscais de gastos com saúde e educação
  • Comprovantes de aluguel
  • Recibo de consultório autônomo
  • Comprovante de remessa ao exterior
  • Dependentes (nome, data de nascimento, CPF, grau de parentesco)
  • Recibo ou depósito de pensão alimentícia
  • Recibo de pagamento de INSS de empresada doméstica
  • Nota fiscal ou recibo de veículos (com data de venda, nome e CPF de comprador)
  • Registro de imóveis

Uma história do que não fazer com seus clientes

Hoje, quero trazer um post curto com um dos insights mais valiosos de toda minha vida corporativa e que mudou por completo meu mindset. São pequenas atitudes como essa que fazem uma diferença gritante e que afeta todo nosso processo. Vamos lá!

Você já se sentiu mal em alguma situação onde era o cliente? Você já quis ir embora de algum estabelecimento por conta de um constrangimento? Você já sentiu na pele a dor de um empresário sem ideal de sucesso do cliente? Ou pior, você já colocou seus clientes em situações como essa?

Empreendedores, precisam ter uma sensibilidade e uma empatia muito maior do que a maioria das pessoas. Eles lidam com seres diferentes a cada dia, não podem colocá-los em situações desagradáveis. É preciso criar uma boa relação em diversos aspectos, do desenvolvimento comercial até uma simples visita.

Vou contar uma história que pode exemplificar bem o que quero pregar:

Final de semana passada, fui fazer uma viagem com minha família para uma cidade do interior do estado. Uma simples viagem para almoçar e aproveitar um ar puro.

No meio da estrada, bateu a fome e resolvemos parar em um restaurante de beira de estrada. Era um restaurante com aquela vibe rústica e com aquele ar aconchegante. Era perfeito! poderíamos até passar a tarde. Fui dar uma voltinha pela lojinha de presentes do restaurante procurando alguma coisa que não precisava, mas que poderia comprar (todos nós fazemos isso. Compramos aquela vaquinha que dança, aquele massageador de cabeças que estraga em uma semana. Não temos desculpas, só compramos.). Precisava passar pela porta da cozinha para ter acesso a loja, e nesse caminho me deparei com algo que GELOU meu estômago.

Passando pela porta da cozinha vi uma placa que dizia em letras garrafais: NÃO ENTRE NA COZINHA! Putz! Aquilo me espantou de todas as formas. Não tinha pensado em entrar na cozinha, mas me afastei ao máximo de lá. Decidi continuar meu caminho até a loja de presentes.

Na loja, logo abaixo dos objetos vi outra placa que, mesmo não me surpreendendo, me deixou incomodado: QUEBORU, PAGOU! Bem, não foi o erro de ortografia que me incomodou. Foi a forma como eu fui tratado pela placa. Aquela mensagem me fez querer ir embora, não dava mais. O dono me queria longe, ele me via como um turista que só ia lá para quebrar objetos e entrar na cozinha. Chamei minha família e partimos para outro restaurante, lá não dava mais!

Entende a mensagem que quero passar com essa história? É simples! Ela é um exemplo do que não fazer com seus clientes.

A base do desenvolvimento comercial é o relacionamento. Você não pode transformar seu contato com o cliente em um momento completamente desconfortável. Não crie regras chatas que desenvolvem desvinculo com seus clientes!

Provavelmente aquele dono do restaurante passou por más experiências com turistas que quebravam seus objetos de TANTO valor. Mas, isso não pode ser reproduzido para todos os clientes! Você precisa conseguir resolver situações como essa com conversas, proporcionando bons momentos para seu cliente! Não empurre uma mensagem GRITANTE que deixa as pessoas com medo até de comprar. Às vezes, seu cliente precisa de tocar para sentir o valor da posse daquele objeto ou serviço. Isso é uma técnica de vendas! Não seja alguém quadrado, desenvolva bons relacionamentos e bons momentos!

Espero que essa história tenha te trazido uma reflexão sobre seu contato com clientes. Não permita que um caso específico reflita em toda sua carteira de clientes! Tenha um atendimento personalizado!

Essa história pode ser interpretada de diversas formas, mas a ideia principal é: DESENVOLVA UM BOM RELACIONAMENTO E PERMITA-SE VENDER MAIS E MAIS.