Controle dos gastos

Tenha pleno controle sobre os gastos da sua empresa, inclusive os rotineiros. Muitos gestores focam apenas nos gastos maiores como salários, mercadorias e impostos e acabam deixando de lado pequenas despesas como luz, água e internet. Evite surpresas na hora dos cálculos periódicos.

Seja realista

Reconheça que problemas podem surgir a qualquer momento. Desta forma, é recomendável que você sempre tenha em mente um plano B.

 Um dos principais motivos pelo qual uma empresa pode não alcançar seus objetivos é o não reconhecimento e falta de preparo para a resolução de problemas inesperados.

Defina metas inteligentes!

Como vai?

Nas últimas semanas falamos um pouco sobre processos e padrões com as metodologias PDCA e SDCA, e um dos pontos importantes de você definir um processo de melhoria é definir uma meta de onde você quer chegar.

E não só de um processo em específico, mas para que uma empresa faça a gestão do seu negócio, ela precisa ter uma meta bem definida! Pois para alguém que não sabe onde quer chegar, qualquer lugar está bom, certo? Ter claro uma meta para você e para a sua equipe é o que torna a sua missão em sucesso!

Você já ouviu aquela frase: “Quem não mensura não gerencia”? Ela explica exatamente o porquê a meta existe, para que você gerencie a eficiência dos seus processos e da sua equipe. A meta não é feita apenas para se comemorar quando é batida, mas para medir a eficiência da sua empresa.

Sua equipe bateu a meta? Muito bom! Esse é o caminho certo a ser seguido. Mas poxa, teve um mês que não foi batida, você vai seguir em frente e torcer para que o próximo mês seja diferente? NÃO! Você vai estudar o que teve de gargalo e traçar estratégias de melhora para o próximo mês. Para isso existe a meta.

Com certeza você também já ouviu falar que a meta deve ser realista! Deve estar condizente com a capacidade da sua empresa, o mercado, as oportunidades, os clientes, etc.. Muitas variáveis ao mesmo tempo, certo?

Por isso eu trouxe um formato diferente e simples para definir uma meta, o método de Lacunas. Esse método vai levar em consideração um benchmark interno da sua empresa. Não é necessário fazer análise de tendências e projeções do mercado, ela busca atingir o ótimo do seu próprio processo interno.

Legal né? Então vamos lá, vou te explicar como funciona com um exemplo que passa no cotidiano.

O método de lacunas numa padaria

Pense que o seu objetivo é definir uma meta para a produção de pães por um padeiro no horário de pico da padaria, entre às 6 e 9 horas da manhã. Sabemos que esse pão não pode estar pronto muito antes, pois pode ficar frio, e nem depois, pois já passou do horário.

A sua padaria no mês de Junho teve uma média de 1200 pães, que foram feitos por quatro diferentes padeiros. O padeiro que produziu mais, teve uma média de 600 pães, e a média de todos os padeiros foi de 400 pães, como na imagem:

Se o seu objetivo é produzir mais, perceba que existe uma lacuna de 200 pães da média para o melhor. Pensando em quatro padeiros, há uma lacuna de 600 pães por dia no horário de pico. O que deve ser feito agora é estudar quais são as técnicas e métodos utilizadas pelo padeiro mais produtivo, para que seja aplicada aos outros também!

Além disso, sabemos que os outros não irão atingir o mesmo nível em apenas um dia, é necessário definir em quanto tempo conseguiria atingir esse projeto de melhoria. Vamos colocar que a melhoria será atingida em 4 meses, como no diagrama a seguir:

O diferencial dessa metodologia é que ela leva em conta apenas a sua força organizacional e que pode ser aplicada para diferentes tipos de metas: venda de uma empresa, produção, etc.

Além da meta ser realista para a empresa, é importante que ela seja uma meta SMART! Ser específica (Specific), mensurável (Measurable), atingível (Attainable), realista (Realistic) e temporizável (Time bound).  Ou seja, ela vai de acordo com as boas práticas na construção de indicadores e objetivos estratégicos.

Vamos colocar na prática uma meta SMART?

Específica (S):

A meta precisa ser clara para todos os envolvidos. “Aumentar a produção de pães” é uma meta específica? Acredito que quando o padeiro ouvir essa meta, milhões de perguntas vão aparecer em sua cabeça e ele não saberá por onde começar, então não é específica.

Ele precisa ter clareza, o que você quer alcançar com essa meta; quem são os responsáveis; onde ela deve ser realizada; como ela vai ser conquistada; e porque ela deve ser seguida.

Por exemplo: “Desejamos aumentar a produção de pães diária para 600 pães por padeiro, no período entre 6 e 9 horas da manhã”. Ou seja, ela responde todas as questões acima.

Mensurável (M):

Pensando no exemplo acima, se na sua padaria vocês apenas definiram que precisam aumentar a produção de pães para atender aos seus clientes, mas não definiram o quanto, se você produzir dez pães a mais, você atenderia à sua demanda?

Por isso definir que o aumento será de 600 pães por padeiro, em quatro meses, é o correto. Você tem qual é o resultado esperado e em quatro meses saberá se a sua meta foi atingida ou não, e caso não tenha sido, buscar os gargalos os quais te impediram.

Atingível (A):

Alguma vez você já tentou atingir um resultado acima da sua capacidade, você não conseguiu e isso te deixou frustrado? Então pense na sua empresa, colocar um número para os seus colaboradores, acima de suas capacidades e eles trabalharem muito e não conseguirem atingir, isso acabaria desmotivando a sua equipe.

Sendo assim, a sua meta precisa ser atingível, ela deve ser um acordo entre vocês, não uma meta imposta para eles. Eles devem acreditar junto com você que a meta é possível! Para isso, ela deve estar de acordo com seus resultados históricos. A metodologia de lacunas calcula essa meta exatamente com base no que foi atingido por seus colaboradores antes, tornando-se uma meta atingível.

Relevante (R):

Para que a equipe se sinta motivada com a meta, é preciso que ela seja relevante, eles precisam entender como o atingimento da meta impacta no negócio. A meta atinge qual indicador? Ele é importante para o negócio?

Nesse caso, aumentando a produção de pães no horário de pico, aumenta o número de vendas, e fidelidade dos clientes, fazendo com que eles comprem mais e voltem sempre. Quando o cliente sabe que encontrará pão no horário em que ele busca, ele sempre voltará nessa padaria.

Temporal (T):

A meta deve ter prazo! Queremos aumentar a produção de pães. Mas quando? Temos um mês? Dois anos? Entender que a meta de aumentar a produção de pães por padeiro em quatro meses, temos claro que a cada dia precisa ser melhor, porque tem um tempo final em que deve ser atingida.

E como ficou a nossa meta SMART, calculada com base na metodologia de Lacunas?

Queremos aumentar a produção para 600 pães por padeiro por dia no horário de pico entre às 6 e 9 horas da manhã, dentro de 4 meses.

Essa é uma meta que cumpre com todos os nossos objetivos listados acima e que o padeiro saberá por onde começar, entende o que ele deve atingir e vai em busca disso.

Agora você está pronto para aplicar uma definição de meta efetiva na sua empresa! Conte comigo para ajudar nesse processo.

Tome decisões importantes!

Como vai?

Eu não tenho dados para tomar essa decisão!

Você já se pegou nessa situação, de acreditar que não tem dados o suficiente para tomar uma decisão importante? Ou já ouviu de alguém da sua equipe essa frase?

É muito comum que nós busquemos todos os dados possíveis para tomar a decisão mais segura possível, para termos o melhor resultado para a nossa empresa.

No entanto, conseguir validar todas as hipóteses para tomar uma decisão segura, buscar todas as informações necessárias, perguntar a todos os envolvidos, etc. pode ser muito demorado, pode atrasar uma decisão que precisaria ser tomada para ontem, e, além do tempo, pode ser muito caro!

Se uma empresa quer lançar um novo produto, ou uma startup quer dar início no mercado, ela precisa sim ter uma certa segurança, validar alguns pontos importantes. Mas se ela busca desenvolver o produto perfeito para o seu cliente, buscar todas as validações possíveis para o seu negócio, ela já terá gastado muito tempo e dinheiro, enquanto ela ainda não teve nenhum retorno, ou que um concorrente possa ter saído na frente e lançado primeiro. Isso se torna insustentável!

Porque você acredita que o seu aparelho celular está sempre solicitando atualizações? Porque a marca busca ser competitiva, e para isso ela precisa ser pioneira! Sendo assim, ela não pode desenvolver, testar e aperfeiçoar todas as funcionalidades até estarem perfeitas antes de lançar o aparelho, ou ela demoraria anos para o lançamento, ou até mesmo nem lançaria, pois estamos constantemente pensando em melhorias a serem feitas.

Por isso eles precisam tomar a decisão de lançar o produto, mesmo necessitando de melhorias. Assim não perdem a competitividade de lançarem novidades no tempo certo, ao mesmo tempo que vão melhorando o produto, à medida que recebem reclamações e feedbacks.

Mas como decidir qual o momento certo? Como devo me basear para tomar diferentes tipos de decisões?

Nem sempre a decisão difícil é relacionada à desenvolver um novo produto, podem ser questões do dia a dia. Para isso, o nosso cérebro possui 3 engrenagens que são usadas em diferentes situações. São elas: a experiência, a intuição e a razão.

  1. A experiência

Todas as experiências que temos em nossas vidas são armazenadas em nosso cérebro. Viver é aprender, não é mesmo? O cérebro armazena essas experiências no sistema de recompensas, registrando os momentos que trouxeram prazer ou alguma frustração, para serem usados futuramente.

A utilidade desse armazenamento é justamente o momento em que você precisa tomar uma decisão importante e busca em seu subconsciente a melhor maneira. Como um jogador de futebol ao chutar para o gol, qual a melhor maneira? Ele vai na sorte?

Não, ele praticou várias vezes aquela jogada, ele resgata em seu subconsciente qual foi a forma que lhe trouxe prazer, é dessa forma que ele vai agir nessa situação.

E é assim que você deve agir em sua empresa. Nem sempre você precisa buscar dados que evidenciem aquele pensamento, você já viveu a situação de adquirir ou não um novo fornecedor, de contratar ou não um funcionário, e a forma rápida de escolher o caminho é usar a sua experiência, usar aquela que te trouxe uma satisfação previamente.

  1. A intuição

O instinto é um mecanismo natural do nosso corpo, ele dispara impulsos necessários para a nossa sobrevivência. Geralmente muito utilizado em estados de alerta, em que ficamos paralisados, mas os nossos instintos agem. Como um momento de competitividade, de risco, de buscar alimentos.

A intuição ajuda na tomada de decisões imediata! Ela age naquele momento que não temos tempo em analisar as possibilidades e tomar uma decisão racional. Por exemplo, um cliente está muito insatisfeito com a sua marca e o seu atendimento e está no telefone, muito estressado e quer falar com o gerente, como você vai agir? Nesse momento o seu cérebro avalia a situação e age de acordo com a sua intuição.

  1. A razão

Por último, a razão é a forma que garante que você vai tomar a decisão certa! Ela ativa a região do cérebro chamada córtex pré-frontal, ela é ligada ao nosso comportamento, aos pensamentos complexos e raciocínio lógico. Ele é ativado para fazer comparações, para tomar uma decisão complexa, o cérebro vai comparar as consequências de cada decisão, buscar qual será a mais vantajosa.

Essa frieza em analisar situações difíceis é necessária pensando ao longo prazo, quando você pensa no futuro da sua empresa é necessário entender o impacto de cada decisão. Nesse caso você usa a razão. Entender a viabilidade do lançamento de um novo produto, por exemplo, você não vai utilizar apenas a sua intuição, assim o risco será muito alto.

A razão se faz necessária para entender se é o momento certo para um lançamento, se a sua equipe tem maturidade o suficiente, se a sua empresa tem recursos o suficiente, se o seu público realmente deseja aquele produto. Nesse momento você precisa comparar o impacto em cada um dos setores.

Se torna fácil se separarmos dessa forma, não é mesmo? Mas sabemos que no mundo real essas coisas se misturam, e nem sempre conseguimos avaliar todos os impactos do lançamento de um produto, não tenho dados e informação o suficiente para entender esse impacto, o que eu faço? Simplesmente fico estagnado?

Não! É hora de colocar em prática as três engrenagens para funcionarem, uma vai alavancar a outra. Se você não tem dados para provar que sua equipe tem maturidade o suficiente, você vai usar a experiência que tem com eles há mais tempo. Quando você deu um desafio diferente do que eles estavam acostumados, eles performaram bem? Se sim, ótimo, é uma evidência. Se não, talvez esteja na hora de trabalhar o treinamento da sua equipe primeiro.

Não existe uma receita de bolo para a tomada de decisões, mas de uma coisa eu sei: ficar estagnado custa muito mais caro, tem muito mais consequências do que agir!

Sabe aquela frase: o não você já tem? É exatamente isso! Não espere ter todas as respostas para agir, busque o mínimo suficiente e saia do lugar!

Uma empresa que toma decisões vai muito mais longe do que aquela que analisa todas as possibilidades e ficam estagnadas. Você está tomando as decisões importantes sobre a sua empresa?

Como você fideliza os seus clientes?

Como vão as coisas?

Hoje eu queria falar um pouco com você sobre o sucesso do seu consumidor, mas você pode estar se perguntando, o que é isso?

Você se lembra da última vez que teve uma experiência ruim com um produto ou serviço? Ter a sensação de que aquela marca não atendeu às suas expectativas, que você teve um mal atendimento e prometeu nunca mais comprar com tal empresa?

E a última vez que você teve uma ótima experiência? Que você foi tão bem atendido que agora só compra com aquela empresa, que fala bem dela para todos ao seu redor e agora se tornou um consumidor recorrente, você consegue se lembrar?

Então, esse é o tal de foco no sucesso do consumidor, é quando a empresa busca que o seu cliente esteja realizado com sua marca, ou empresa, é quando seu cliente alcança os resultados desejadoscom as interações com a sua empresa.

Provavelmente essa empresa que você teve uma boa experiência entenda as necessidades dos clientes dela e tenha esse foco voltado para a satisfação do consumidor, o objetivo dela é que você sempre volte a comprar nessa empresa. Já o outro exemplo reflete uma empresa que não pensa no sucesso do seu cliente com a marca, que busca vender, mas sem garantir uma boa experiência.

E esse é o efeito de garantir o sucesso do consumidor com o foco da empresa no cliente, é a empresa fazer com que você goste tanto da marca que sempre vai escolher ela acima das outras, mesmo que ela seja um pouco mais cara, ou que você encontre uma outra mais acessível, mas você não vai deixar de comprar com a empresa que satisfez o seu objetivo. Isso é amor à marca, é entender que ela te satisfaz muito mais do que as outras e se tornar fiel a ela!

Vamos pensar num exemplo…

Vamos refletir sobre um exemplo cotidiano, a sua ida a um restaurante para almoçar. Nesse caso entender qual o público e o objetivo do consumidor é muito importante, pois levando em conta um restaurante que você frequenta todos os dias para almoçar, é diferente das expectativas de um restaurante em que você vai jantar em um dia especial, certo?

Então, considerando aquele almoço num restaurante, que faz parte da sua rotina semanal, o que te faz sempre voltar naquele mesmo lugar? É somente o preço? Ou é ter uma comida caseira e quentinha? Seria encontrar comida suficiente em horários muito cedo ou mais tarde? E o ambiente, você leva em conta sempre encontrar lugar para se sentar ao chegar no restaurante?

Sendo assim, o primeiro ponto para garantir o sucesso do seu consumidor e fazer com que ele volte, é entender quais são suas prioridades e expectativas e como você pode atendê-las.

Se tratando do restaurante rotineiro do almoço, sabemos que encontrar a comida quentinha e mais caseira são aspectos essenciais na fidelização do cliente, então o principal foco dessa empresa deve ser em garantir esses aspectos: que não falte comida para os clientes e que ele sempre a encontre quentinha; e que ela tenha um sabor mais caseiro, pois ele almoça nesse local todos os dias.

Além da comida, que é o produto final, tem outros aspectos que influenciam na experiência desse cliente, o bom atendimento por parte dos funcionários, a agilidade com que ele é atendido, não enfrentar filas, encontrar lugar para se sentar, etc..

Sendo assim, não basta o chefe de cozinha fazer uma comida espetacular, que atende ao desejo do cliente, mas que o resto da equipe não esteja alinhada e satisfazendo o consumidor da mesma forma. Ou seja, não basta a comida, que é o produto final, estar de acordo com as expectativas, sendo que o cliente não tem um bom atendimento por parte dos garçons, ou do caixa.

Toda a equipe deve estar alinhada com o foco no cliente! Se o objetivo do restaurante é ter foco no cliente para satisfazê-lo e fidelizá-lo, todos precisam ter um atendimento do mesmo nível, desde a pessoa que corta os ingredientes pensando na satisfação do cliente, ao responsável que tempera a comida, da pessoa que serve a comida, o atendente, etc., todos devem ter a mesma mentalidade de como garantir que o consumidor terá uma boa interação com o restaurante, para garantir que ele volte todos os dias e ainda promova aquele restaurante.

Outro aspecto importante é o ambiente, o ambiente do restaurante é convidativo ao cliente? A interação com o ambiente também é um fator crucial, pensar na iluminação, na disponibilidade de mesas, no som, na temperatura, etc., não é horrível quando você chega para almoçar e não tem mesas? Ou a mesa está suja, ou faz calor demais, ou tem muitos ruídos de televisão, ou o ambiente é escuro demais?

Ter um entendimento do ambiente ideal para a empresa e para o bom atendimento do cliente é preciso para garantir sua satisfação. Então para o dono do restaurante, ele deve pensar como ele fará para atender todos os clientes nos horários de pico, se terá mesas e comida suficiente, como pode se preparar para isso. Pensar na temperatura, se coloca ventiladores, ou ar condicionado. Na boa iluminação e no tipo de entretenimento que agrada os seus clientes durante o almoço. As pessoas que frequentam gostam de assistir o jornal de meio dia? Elas se interessam pelo programa de esportes? Ou preferem almoçar em silêncio?

Depois de tudo isso eu pergunto: o que sua empresa está fazendo para garantir o sucesso do consumidor com base no foco do cliente?

Te convido a refletir nos aspectos que citei sobre o restaurante, que é um exemplo cotidiano, agora pensando na sua empresa. O seu produto satisfaz a expectativa do seu cliente? E a sua equipe, ela gera um atendimento adequado para a vontade de retorno e fidelização por parte dele? Quanto ao ambiente, é o mais adequado?

Pense em outros fatores que também tenham essa interação com o cliente dentro da sua empresa, e faça com que toda a empresa, toda a equipe esteja focada na satisfação do seu consumidor!

Por último, faça com que os seus funcionários reflitam também, encaminhe esse conteúdo para que eles possam pensar nas suas atitudes do dia a dia, eles são os responsáveis por essa interação com o consumidor e devem estar alinhados nessa cultura de foco no cliente.

Até mais!

Você é estratégico no crescimento da sua empresa?

E aí, como vão as coisas?

Esse é o terceiro e último artigo da série “Como motivar sua equipe?”, e dessa vez vamos falar sobre inconformismo que é um elemento chave para que o dia a dia no trabalho não seja sempre monótono, chato, desmotivante.

Mas antes, vamos só recapitular os dois artigos anteriores.

No primeiro artigo, tratamos sobre o alinhamento de propósito da equipe com o seu propósito. Seus funcionários sabem onde você quer chegar? Eles querem fazer parte disso? No segundo artigo foi a vez de falar sobre a origem da motivação, percebemos que não é a recompensa que move o seu colaborador, mas a visão que ele tem do trabalho, enxergar o propósito dele naquilo, visão de futuro.

Sendo assim eu te pergunto, o que você tem feito para que o seu colaborador enxergue um futuro na sua empresa? 

Como líder você demonstra e deixa claro para a sua equipe qual o futuro da empresa e como eles podem fazer parte disso? Como cada um deles podem assumir funções de maior responsabilidade e como eles podem se esforçar para chegar lá?

Caso você faça isso, parabéns, provavelmente os seus colaboradores trabalhem mais motivados e tenham uma visão de futuro!

Caso ainda não faça, a culpa da sua equipe estar desmotivada é sua!

Todos sabemos o quanto a rotina e a repetitividade de um mesmo trabalho pode ser cansativa. Ter uma mesma função que não te desafia, e ainda sem visão de mudança e crescimento, quanto tempo você aguentaria trabalhar assim somente por dinheiro? Provavelmente sua equipe não esteja trabalhando feliz tampouco.

E é por isso que você é o responsável por mudar essa visão de cada um deles. Como líder, você é quem deve gerar o inconformismo na sua equipe de quererem buscar algo além, de buscarem novos desafios. Mas, para isso, eles precisam enxergar que têm espaço para isso, e que é na sua própria empresa que eles podem ocupar espaços, desenvolver novos projetos, novos desafios.

Sendo assim, é preciso que você identifique o perfil dos seus colaboradores, e entenda como eles se encaixam no futuro da empresa, quais cargos podem assumir, e espaços que podem ocupar. Por fim, demonstre para eles essa intenção de que eles cresçam, compartilhe a visão que você tem sobre o trabalho deles!

Ah, é claro que é fácil falar, mas como aplicar na prática?

Tenho uma sugestão para você! Conhece o gráfico do flow? É uma pesquisa desenvolvida pelo professor Mihaly Csikszentmihalyi, em que ele buscava descobrir quais eram os elementos que contribuíam para trazer uma vida que valesse a pena ser vivida em diversos campos do conhecimento.

Com a pesquisa ele entendeu que o que faz com que as pessoas estejam mais felizes não é a sua remuneração, mas sim se envolverem em atividades prazerosas, que a desafie e ao mesmo tenha domínio do assunto. Segue o gráfico desenvolvido que ilustra os estágios que a pessoa pode se encontrar de acordo com o nível de habilidade e o nível de desafio.

O gráfico ilustra que ao mesmo tempo que aumento o desafio de um colaborador, preciso garantir que aumente sua habilidade, caso contrário ele sofrerá de ansiedade, atrapalhando o seu resultado. Ao contrário, se dou uma tarefa que ele tenha alta habilidade, mas encontre pouco desafio, ele ficará entediado, sem motivação, fará somente pelo dinheiro. Nessa situação, caso encontre uma oportunidade melhor, imediatamente ele aceitará e deixará a sua empresa, ou seja, ele estava sendo mal aproveitado.

Sendo assim, o ideal é que ele esteja sempre no meio, se aumento sua habilidade, preciso aumentar o desafio, para que ele esteja sempre engajado em atingir bons resultados. Isso é o flow, o qual o professor identificou que é o estado no qual estamos realmente envolvidos em um processo completamente engajado de flow, não temos muita capacidade de monitorar como nosso corpo está se sentindo, se está com fome, cansado ou mesmo pensar em seus problemas mundanos de casa e burocracias. Ou seja, o estado de felicidade, em que o colaborador realiza a tarefa com vontade!

Você pode estar pensando: muito legal, mas o que a minha empresa ganha com isso? Como essa motivação me ajuda?

Como a motivação ajuda no crescimento da minha empresa?

Que um colaborador feliz é muito mais produtivo já sabemos. Existem estudos de diversas universidade que dizem que essa felicidade traz um aumento de cerca de 30% na produtividade, o que já é muito positivo.

No entanto, o mais importante é entender que, para que sua empresa atinja crescimento, é necessário que você tome ações estratégicas, certo? Mas como você pode pensar em estratégias se muitas vezes ainda está preso no operacional? Se você ainda é o responsável pela gestão do seu caixa, se você não tem funcionários em que confia, ou se é sempre o responsável por problemas e decisões importantes?

Para que você pense no crescimento e desenvolvimento do seu negócio, é preciso que alguém assuma o seu posto anterior, que alguém assuma suas responsabilidades e que você tenha pessoas em quem confie para sair do lugar. Tirar as pessoas das suas zonas de conforto é necessário para que você e a sua empresa saiam das suas zonas de conforto também, que você esteja inconformado com estagnar no estado atual da empresa da mesma forma.

Só existe crescimento quando você dá um passo maior, e se você quer ver o seu negócio se desenvolvendo, se tornando maior, é preciso que você assuma novas responsabilidades, que pense em estratégias. E para que isso aconteça, é necessário levar seus colaboradores com você!

E para que você incentive os seus colaboradores a se desafiarem, é importante entender onde cada perfil se enquadra, como falei acima. Uma outra ferramenta que eu queria compartilhar com você, e que auxilia nesse entendimento, é o teste DISC, um teste de perfis comportamentais, sendo analisado entre Dominância, Influência, eStabilidade e Conformidade. O DISC é um teste facilmente encontrado grátis na internet e que auxilia no entendimento do perfil de cada pessoa, dessa forma você pode conhecer as forças e as fraquezas de cada um dos seus colaboradores de forma prática, ajudando a reconhecer onde cada um se encaixa melhor. Segue imagem interpretativa dos perfis.

Um ponto importante é entender que não existem perfis bons ou ruins, mas perfis adequados a cada função. Como mostra a imagem, um perfil pode ter alta dominância e influência, e baixa estabilidade e conformidade, o que significa que são bons em persuasão e são objetivos, enquadrá-los em cargos que exigem essas características vai fazer com que otimizem os seus resultados e se sintam motivados! O mesmo vale ao contrário, dessa forma você pode ter um alto aproveitamento de seus colaboradores, fazendo com que eles se sintam no flow.

Ao aplicar essas metodologias que viemos conversando, eu tenho certeza que você terá uma mudança positiva na cultura da sua empresa. Ter colaboradores felizes faz com que o ambiente seja mais agradável, que seus clientes sejam mais bem atendidos e que você possa assumir novas funções e pense em como crescer o seu negócio!

Te convido a fazer esse teste e ter um resultado impactante!

Um abraço, até mais!

Seu funcionário pararia de trabalhar para você?

Como vão as coisas?

Estamos em clima de motivação. Durante as últimas semanas trouxemos algumas dicas e formas de motivação, para que assim o motor de sua empresa trabalhe à todo vapor.

E para que você entenda concretamente te trarei um indagação, a mesma que trouxe a minha equipe!

Recompensas financeiras são a única forma de motivar?

Eu lancei para minha equipe de conteúdo da Nucont a seguinte pergunta:

Se eu aumentar o salário de todo mundo aqui para R$ 8 mil, vocês se sentirão mais motivados?

A resposta, óbvio, foi um coletivo e alto SIIIIIMMMMM!

E aí eu perguntei novamente:

Se eu disser que vocês terão o salário de R$ 8 mil e que podem escolher ficar em casa, fazendo o que quiserem, o que vocês vão preferir: ficar em casa ou vir pro trabalho?

É… nessa hora o pessoal ficou meio desconfiado. Uma lá do canto respondeu: “Prefiro ficar em casa!

Claro, ela prefere ficar em casa. O resto que não respondeu também prefere ficar em casa. Sabe por que? Porque o trabalho, para eles, não era motivador. O trabalho é algo chato e cansativo. Todo dia é quase sempre a mesma coisa. Então é muito melhor ficar em casa assistindo TV e mexendo no Face.

Agora senta que lá vem a conclusão:

Sabe o que tem que motivar uma pessoa, de verdade? É O TRABALHO.

O trabalho tem que ser desafiador, tem que sair da rotina, tem que ser melhor, diferente, empolgante! E sabe qual é a única pessoa capaz de transformar seu trabalho em algo tão especial assim?

VOCÊ MESMO! Você, como gestor, como líder, como “administrador” de pessoas!

Deixa eu trazer um outro exemplo, bem concreto por sinal.

Você conhece o “Candle Problem”?

Traduzido para o sentido literal, o problema da vela, é um famoso experimento criado em 1945 pelo psicólogo Karl Dunker.

Na figura temos uma mesa, uma vela, uma caixa de tachinha, uma caixa de fósforos e a parede. O desafio é prender a vela na parede para que a cera não pingue na mesa.

A solução é muito simples e serve para ilustrar, entre outras coisas, como pequenos detalhes são significativos e determinantes para induzir o usuário ao erro ou acerto “manipulando” sua percepção visual. Basta esvaziar a caixinha com as tachinhas, fixá-la a parede e assim posicionar a vela.

Bom, mas o que isso tem a ver com o fato de recompensas e motivação?

Calmaa, vou explicar!

Sam Glucksberg, professor canadense no Departamento de Psicologia da Universidade de Princeton, fez um experimento com o problema da vela.

Glucksberg fez uma pequena modificação nas condições do experimento, oferecendo a um grupo uma recompensa para os primeiros que resolvessem o problema. A um outro grupo nada era oferecido, apenas os tempos de cada participante eram anotados. Você imagina o que aconteceu?

Contrariando o senso comum  (e tudo que pregam nas empresas) o grupo que não recebeu nenhum incentivo encontrou a solução (esvaziar a caixa de tachinhas e pregá-la na parede para servir como suporte para a vela), em média, três minutos e meio mais rápido do que o que ganharia uma recompensa.

Bizarro né?

Mas mais estranho ainda foi a segunda parte do experimento. Desta vez os dois grupos recebiam os mesmos materiais, porém com uma sutil diferença: as tachinhas já estavam fora da caixa. Nesta variação, o grupo que seria premiado realizou a tarefa muito mais rápido do que seu concorrente.Qual seria a explicação disso?

Para Glucksberg, como no segundo experimento, a resposta era obvia, como só havia um caminho, um foco para a solução, o dinheiro funcionou como um ótimo meio motivador. A conclusão é que o dinheiro age como item de motivação para tarefas mais fáceis e que não exigem um esforço criativo.

Quando precisamos de uma solução mais engenhosidade e criativa, o foco financeiro atrapalhava.

O experimento de Glucksberg explicita contradições em um modelo de gestão já fixo na maioria das empresas que conhecemos: aquele que diz que incentivos e recompensas melhoram a performance das pessoas.

O dinheiro não move! Não move tarefas que exigem pensamento estratégico.

As recompensas podem funcionar bem para atividades corriqueiras, onde não há muito o que pensar ou criar.

Mas como você estimula um funcionário a ser inovador? De que forma se inspira a encontrar soluções criativas?

Lembra da semana passada? Eu te trouxe a missão de encontrar seu propósito. Agora é hora de transmitir e fazer com que seus funcionários se guiem por esse propósito!

Não basta só guardar para si! Você precisa agendar uma reunião, um papo, PARA ONTEM!

Crie e desenvolva esse como o principal item da cultura da sua empresa!

Para facilitar essa transmissão eu tenho uma dica. Reduza essa ideia a uma frase, no máximo a um parágrafo!

Por exemplo, a “Me Salva” tem como propósito ser a melhor amiga dos estudantes. E eles irão com foco mudar a vida de cada estudante/cliente.

Você precisa de ter essa mesma garra, esse mesmo foco!

É preciso inspirar as pessoas para que possam se esforçar mais, superar seus limites e entregar acima do esperado, ligando a seu propósito.

não basta só apresentar seu propósito, você precisa ligar o seu propósito ao propósito de seu funcionário.

Só quando seu funcionário enxerga um caminho e liga esse caminho construção de vida que ele havia preparado, ele consegue cumprir tarefas com inovação e criatividade.

Ao realizar um trabalho, por mais simples que possa parecer, a pessoa precisa saber que aquilo é parte de algo maior e, por isso, mais importante.

E é exatamente essa ideia que quero transmitir! Precisamos de um propósito, precisamos de acreditar.

E você é essa motivaçãoseu propósito e o propósito de sua empresa precisam ser claros e precisam ser transmitidos!

Pense nisso! Semana que vem finalizaremos juntos a construção da motivação de cada funcionário.

Sua equipe está do seu lado?

Como vão as coisas?

Espero que esteja bem!

Bom, como falei no post da semana passada, pessoas são o motor da sua empresa. Os resultados e as mudanças dependem diretamente delas. E as maiores dúvidas de todos gestores giram em torno desse universo.

Como aumentar a produtividade da minha equipe?

Como ter melhores resultados?

A resposta e a solução para essas dúvidas é bem simples:

É preciso rever a cultura que você estimula!

A maneira com a qual você dirige a sua empresa diz muito sobre o que você valoriza e impacta diretamente na produtividade dos seus colaboradores.

De acordo com uma pesquisa feita pela empresa norte americana Single Grain, a felicidade torna as pessoas 12% mais produtivas, enquanto trabalhadores infelizes são 10% menos produtivos.

Mas, eu sei que NADA é mais difícil do que gerenciar pessoasNão há desafio maior do que liderar seus funcionários. Concorda comigo?

Muitas vezes os funcionários se pegam presos no operacional, na parte chata, desmotivante, e querem bater no chão. Isso não é segredo para ninguém!

A não ser que você já tenha entendido toda ideia de motivação e liderança, feito uns cursos bacanas e devorado uns 50 artigos e livros sobre como lidar com a Geração Y (que odeia rotinas e cumprir horário) e com os Milennials (que só trabalham motivados se identificarem com o propósito da sua empresa),seus funcionários podem se sentir assim também. Às vezes, desmotivados, cabisbaixos…

Mas como motivar essa turma? Como fazer o funcionário se sentir valorizado?

Você precisa criar formas de desenvolvimento de cultura e motivação a sua equipe!

E, nas próximas semanas, com essa série de e-mails, te trarei formas de desenvolver e motivar sua equipe!

Hoje, falaremos sobre alinhamento de propósito.

Alinhamento de propósito é essencial!

Me responda o seguinte: Por que você decidiu empreender? Por que você está à frente desse negócio e o que ele oferece de melhor? Onde você quer estar daqui a 5, 10 e 20 anos? Qual é o seu propósito de vida? Onde você quer chegar?

Olha, pode parecer papo de livro de auto-ajuda, mas você tem que ter a resposta para todas essas perguntas. E seus funcionários precisam ouvir isso de você. Eles têm que entender sua história, comprar e defender sua ideia.

Afinal de contas, eles estão trabalhando para você. Você construiu um sonho na sua cabeça e eles estão ali tentando fazer isso se tornar possível. Mas se eles não sabem nem o que é isso, como eles vão saber se querem fazer parte ou não dessa coisa que você dedicou sua vida para fazer?

Pois é, essa coisa é o seu propósito. E o seu propósito tem que se encaixar no propósito deles. Eles também têm um sonho, eles também querem chegar em algum lugar. E a sua empresa precisa, necessariamente, ser uma peça-chave desse quebra-cabeça. Sua empresa precisa ser a ponte para esse sucesso!

Muito genérico? Ok, vou dar um exemplo.

A “Me Salva” e o propósito:

A Me Salva é  uma plataforma de ensino online com conteúdo para o Ensino Médio, Superior e cursos preparatórios para o ENEM e Vestibulares. Um pré-vestibular totalmente online e que tem em mente e distribui aos funcionários um propósito bem claro:

“Aproximamos estudantes dos seus sonhos.”

A ideia é nítida, eles se preocupam e espalham o propósito de ajudar estudantes a alcançarem os sonhos. Tomam, de fato, o papel de amigos dos estudantes.

A cultura é tão bem construída que no ano passado, nas vésperas do exame nacional do ensino médio, o temido Enem, a empresa disponibilizou telefones para que todos estudantes pudessem ligar e “desabafar”. A ideia era ajudar e tornar a experiência de realização do exame mais leve.

Os funcionários fizeram essa ação sem receber um trocado a mais! Foi uma atitude do fundo do coração e totalmente guiada pela cultura e pelo propósito da empresa.

Essa ação gerou uma movimentação e uma proximidade absurda com os clientes. Eles transmitiram toda cultura e ideal aos clientes e criaram clientes fiéis e satisfeitos.

Percebe a movimentação que um PROPÓSITO pode causar? Ele transcende um trabalho com sorriso no rosto ou uma produtividade aumentada. O propósito MOVE e TRANSFORMA!

Conclusão:

Viu onde eu quero chegar? Eu preciso dos meus funcionários para atingir o meu propósito. E eles?Querem fazer parte disso? Precisam de mim para atingir o propósito deles?

Se querem e precisam, então estamos no mesmo barco. Se não, então o que eles estão fazendo ali a não ser desperdiçando o tempo, aliás, A VIDA deles?

A “Me Salva” encontrou a motivação, transformando a vida dos estudantes. E você já achou a sua?

Você precisa encontrar sua motivação, para assim passar a diante.

1- Tenha seus objetivos esclarecidos;

2- Anote;

3- Crie planos de engajamento;

4- Aceite novas ideias;

5- Traga mais de participação para seus funcionários;

6- Motive!

A motivação vem de dentro e que o inconformismo gera criação.

Mas isso fica para o próximo artigo

Um abraço e até mais!!

Não adianta preocupar só com seus clientes!

Olá!

Como vão as coisas?

Espero que estejam bem!

Bem, bons empreendedores se preocupam muito com a gestão por indicadores, com números e  em como os números interferem no sucesso de sua empresa.

Maaaas, muitas vezes, os mesmos empreendedores se esquecem do ponto mais importante para uma gestão de sucesso:

AS PESSOAS!

Pessoas são as engrenagens das empresas, elas movimentamelas criamelas transformamPosso afirmar com a certeza absoluta que as pessoas são mais importantes que qualquer outra variável de sua empresa.

E você? Você olha para as pessoas a sua voltaVocê se preocupa com sua equipecom seus clientes?

Não se assuste! Eu disse equipe e clientes!

Exatamente isso! Não trago a terminologia genérica e clichê de que precisamos nos preocupar só com nossa equipe.

Quero te mostrar a importância de se preocupar com pessoas em dois lados: A experiência do Consumidor e a Motivação de sua equipe. Esses dois pontos levarão sua empresa a outro patamar!

Você terá uma equipe muito bem alinhada, motivada e disposta a levar sua empresa em direção ao sucesso. Além disso, você terá clientes dispostos a tirar dinheiro do bolso e valorizar seu serviço!

Sendo assim, vamos ao que interessa!

Experiência do consumidor e do colaborador:

Estamos acostumados com o conceito específico desse tema, o foco em UX – experiência do usuário.

Hoje, buscando otimizar a explicação, quero ampliar esse conceito e conectá-lo à internalidade da sua empresa. Conectarei a experiência do consumidor com a do colaborador.

O contato direto da sua marca com o cliente é feito por sua equipe! Eles são a linha de frente! E a sua linha de frente precisa espalhar a cultura e a forma de desenvolvimento que sua empresa prega.

Uma equipe desmotivada e sem uma cultura bem desenvolvida vai espalhar a insatisfação!

E uma das melhores formas de espalhar essa visão de pertencimento e desenvolvimento cultural é gerando o empoderamento do funcionário.

Muitos empresários ainda têm medo do significado dessa palavra, acreditam que empoderar é deixar o colaborador fazer o que quiser dentro da empresa. E é claro que essa definição está MUITO ERRADA.

Empoderar o funcionário é dar ferramentas que permitam que ele se desenvolva e cresça no seu ambiente de trabalho, tornando-o mais produtivo e realizado. É aquela autonomia para a resolução de problemas, para ser criativo e trazer ideias fora da caixinha!

Isso faz com que o colaborador defenda a companhia sinta-se parte do todo, parte da transformação proporcionada pela empresa.

E esse sentimento de pertencimento será passado ao cliente! Tudo isso na forma de um excelente atendimento e na forma de um funcionário que quer salvar seu cliente!

Por esse motivo, você precisa desenvolver um propósito da sua empresa e transmiti-lo a cada colaboradorCrie “missionários” de sua marca e desenvolva clientes satisfeitos e “advogados” da sua companhia.

 Salve vidas e seja salvo por cada uma delas!

Você está junto deles nesse barco!

Não pense em só treinar sua equipe e desenvolver um produto maravilhoso. Você PRECISA de um PROPÓSITO e as pessoas PRECISAM de um PROPÓSITO!

Transmita a seus funcionários e faça-os transmitir.

Proporcione bons momentos internamente e veja-os serem transmitidos para o meio externo.

Seja, viva, inspire e expire esse propósito!

E como eu sei que é extremamente difícil desenvolver uma cultura e espalhar essa motivaçãodesenvolvi um artigo com uma metodologia certeira para espalhar seu propósito.

Não perca-o na semana que vem!!

Aguarde! (Também estou ansioso)

Abraços!

O preço do seu produto está incorreto?

Bom, hoje quero falar sobre um assunto que deixa qualquer empreendedor ou empreendedora de cabelos em pé:

A PRECIFICAÇÃO!

Esse assunto é uma das maiores dificuldades do ramo empresarial.

Como definir seu preço de forma assertiva de uma forma que te trará bons resultados?

Então,

Enxugue esse suor, pegue seu café, acomode-se na cadeira, prepare-se para anotar e para desenvolver uma boa metodologia de precificação!

Precificar é uma arte!

É necessário sempre estar atento ao Preço do MercadoPercepção de Valor / Valor Agregado e Preço Sustentável, e isso não é nada fácil!!

E, afim de te guiar por um caminho mais concreto,  aprofundaremos no conceito de “Preço Sustentável”.

Por quanto é necessário vender seus produtos para que você consiga bancar todos seus custos e despesas? E ainda sim obter a margem de lucro esperada no seu negócio?

Vamos discutir uma metodologia muito utilizada para responder essa pergunta: o Markup!

Markup:

O Markup consiste em um multiplicador aplicado sobre o custo e/ou serviço prestado. Ele irá te possibilitar desenvolver um preço de venda necessário para sustentar as operações e retornar o lucro desejado para os sócios, afinal, o objetivo da empresa é gerar valor.

Essa é a fórmula:

Markup = 1 / (1 – (% Despesa + % Impostos + % Lucro))

Onde:

  • % Despesa – É o peso da despesa, o quanto ela impacta na Receita;
  • % Impostos – É o quanto os impostos impactam na Receita;
  • % Lucro – É a margem de lucro esperada;

Bom, vamos exemplificar para facilitar o entendimento!

Para uma boa análise precisamos olhar para um período base grande. Visto que, um curto período pode enviesar o indicador, recomendo que seja utilizado os últimos 12 meses.

magine uma empresa que no último ano apresentou os seguintes números:

Receita = R$700.000,00, Despesa = R$220.000,00, Impostos = R$150.000

Dado esses valores temos que o peso da despesa é 31,42% e o peso dos impostos é 21,42%. Sabemos também que no setor que essa empresa atua, é esperado 20% de Lucro. Pronto, já temos as informações necessárias para esse método de precificação, vamos aos cálculos:

Markup = 1 / (1 – (0,3142 + 0,2142 + 0,20)) = 3,68

Como dito no início, o Markup é um multiplicador. Por isso, para obtermos o preço de venda, vamos multiplicar o Markup pelo Custo.

Suponhamos que essa empresa quer precificar uma mercadoria que custou R$250,00.

Então temos: R$250,00 x 3,68 = R$921,05

Esse deve ser o preço de venda para que a empresa consiga bancar toda sua operação e ainda sim obter 20% de lucratividade.

Quanto mais otimizada suas operações compras, ou seja, quanto menor o peso da despesa, e o custo, maior poderá ser a lucratividade esperada. Sem que esse aumento da lucratividade torne o preço não condizente com o mercado.

Viu só?

A metodologia, com um linguajar técnico pode parecer um pouco complicada de cara.

Mas, colocando-a em jogo no seu dia-a-dia, ela se torna rotineira!

A precificação é a alma do seu sucesso em vendas e do seu Lucro!

Não perca mais tempo!

Mãos à obra!

O sucesso te aguarda!

Grande abraço!