A salvação do vale da sombra da morte

Estão lembrados do último post? A História de Amanda e Cleber, sócios e donos da Comemorar (Uma empresa que estava perdida no vale da sombra da morte).

Bem, para trazer a solução dessa história, vamos retomar do ponto onde paramos.

A falência batia na porta:

Amanda e Cleber estavam completamente perdidos, presos e cercados de incertezas. Era o fundo do poço!  

A Comemorar nunca teve um controle certeiro. Eles cumpriam as obrigações e era só isso! Tocavam uma empresa sem ao menos analisar resultados e tomavam decisões baseadas no achismo e na intuição.  

Era óbvio! Uma hora a bomba explodiria. Infelizmente ela tinha explodido cedo demais…

Amanda e Cleber foram vencidos… Não havia o que fazer.

A vida dava uma rasteira sem piedade e o chão estava longe.

Eles já tinham desistido, mas o destino salvaria as personagens principais dessa história…

O destino estava em um rolar de página: 

O sol nascia na Segunda-feira e a barriga dos sócios gelava de medo.

Amanda, chegava consternada na empresa. Tinha que forçar sorrisos para equipe… Uma hora, aquela bomba chegaria aos ouvidos dos funcionários.  

Ela sentou-se à mesa, desolada.

Abriu seu computador (depois de analisar a possibilidade de vendê-lo para conseguir renda extra).

Resolveu dar uma olhada nos e-mails, rolava a página e respirava fundo.

De repente, ela se deparou com um assunto de e-mail que chamava atenção:

“Você sabia que 1/3 das empresas quebram antes de completar 2 anos de vida?” 

Amanda olhou para todos os lados, só podia estar sendo vigiada! Uma coincidência como essa não poderia acontecer…

E ela estava certa. Não era coincidência! 

Era conhecimento e representação de fatos reais. Aquilo não acontecia só com a Comemorar ! 

Resolveu abrir aquele material e conhecer quem estava por trás do “e-mail espião”.

O “E-mail espião” tinha a solução:

Surpreendeu-se quando descobriu que era uma proposta de serviços contábeis. O e-mail era assinado por uma contadora e trazia uma proposta completamente diferente do habitual. O escritório contábil contava histórias e trazia fatos e números para comprovar cada frase e cada análise. 

A identificação foi instantânea! Aquele e-mail tinha uma abordagem, uma linguagem, uma forma de apresentar-se completamente inovadora. 

Amanda estava acostumada com aqueles e-mails chatos, que não falavam nada de interessante, não agregavam nada e ainda terminavam com uma saudação repleta de chatice. Eram terríveis!

Agora, ela estava de frente a uma obra prima da comunicação. E, essa obra prima, trazia uma solução para seu problema! Aquele escritório faria um acompanhamento financeiro e gerencial completo.

Isso era Contabilidade?? Ela não sabia que, dentre os serviços pregados pela Contabilidade, estava o de cuidar de fato das empresas. Uma preocupação e um enfoque na saúde financeira. 

Ela resolveu dar uma chance a autora daquele e-mail. Mostrou a obra a seu sócio e, juntos, marcaram uma reunião de proposta.

A reunião foi um sucesso! A proposta era inovadora e se encaixava perfeitamente com o déficit da Comemorar. Agora, eles teriam um acompanhamento certeiro!  

O escritório prometia, além de todos serviços completos, salvar a Comemorar.

Não conseguiam conter sorrisos! 

A proposta não foi uma jogada de marketing. De fato, o escritório conseguiu salvar a comemorar!

Começaram a organizar toda a contabilidade da empresa. Analisaram TUDO, desde o início do ano. Precisavam de um comparativo e de uma avaliação mais precisa. Não fariam só o básico! Observaram cada indicador, cada mudança. A conclusão foi precisa: Comemorar sofria de Insolvência Financeira… 

Fazendo uma análise tecnológica e precisa, com representações gráficas, a contadora percebeu alterações e anormalidades. O problema estava escancarado, verificaram que o Ciclo Financeiro daquela empresa estava prejudicado. A Necessidade de Capital de Giro era maior que o próprio Capital de Giro. Isso tornava o Saldo de Tesouraria negativo… 

Cleber e Amanda foram para o jogo:

Amanda e Cleber arregaçaram as mangas e seguiram cada orientação passada pela Contadora!

A adequação dos prazos médios foi o primeiro passo. Modificaram a data de emissão de cada nota fiscal (Do final para o Início do mês) e criaram uma régua de cobrança para tratar toda a inadimplência.

Foi um renascimento! 

Aquela Contabilidade munida de indicadores e da expertise financeira salvou a empresa que beirava a morte.  

Amanda e Cleber estavam desacreditados. Aquilo não podia ser real! Uma contadora, que havia aparecido pelo destino, salvou vidas!  

Aconteceu uma das maiores inversões de valores já presenciadas por nossas personagens principais.  

A Contabilidade era de fato uma ferramenta para a gestão. Não eram só pessoas para tratar de papeladas e das obrigações fiscais. Ia muito além disso!

Amanda e Cleber nunca ficaram tão gratos. Uma amizade e uma parceria nascia e crescia como nunca! 

Foi o destino?  

Gostou da história? O que você pode tirar de conclusão com ela? 

No próximo post, conversaremos um pouco mais sobre essa “inversão de valores”!

Existe fuga da falência?

Acredito que todos que leem nossos posts já estão acostumados com algumas estruturações padrões:

Uma explicação de um problema de gestão empresarial, juntamente com sua possível solução;

Dicas específica de gestão, questões básicas internas; 

Desenvolvimentos de metodologias de vendas.

Bem, como gosto muito de quebrar os padrões e como acredito que a mesmice cansa e não traz resultados à longo prazo, quero trazer um artigo um pouco diferente.

Hoje, quero te contar uma história.

Uma história real de uma quase FALÊNCIA.

Um fato que pode estar acontecendo HOJE com a SUA EMPRESA.

Mas, fique calmo… Essa história teve um final feliz, graças a um profissional muito importante.

CHEGA, SEM MAIS SPOILERS! Vamos para a história.

A Falência se aproximou:

Essa é a história que aconteceu com a Comemorar, uma Startup mineira que organizava eventos de forma automatizada e bem tecnológica.

A empresa tinha uma estruturação bem complexa e a conexão com fornecedores de todo o Brasil.

Era uma das primeiras e a mais avançadas produtoras de eventos online.

Era um cofre do tesouro!

Tudo ia muito bem, o sucesso em vendas era estrondoso. Os sócios fundadores mergulhavam de ponta no sucesso e na realização profissional.

Maas, uma pequena desorganização crescia e ia se transformando em um monstro.

Os fundadores e responsáveis pela “organização”, Cleber e Amanda, não tinham um controle financeiro bem desenvolvido.

Eles se preocupavam com o Todo, maas se esqueciam de pequenos detalhes. E esses pequenos detalhes, foram os causadores de um dos maiores cânceres financeiros que já haviam se deparado…

Cleber e Amanda tinham uma cultura de proximidade com cada cliente. O atendimento “personalizado” e a liberdade de pagamentos que os clientes tinham com a empresa geraram um problemão.

Aquilo que taxavam como “favor” e uma forma de ajudar, criou uma doença financeira.

Qual era esse favor gravíssimo?

Essa má organização financeira consistia na falta de controle de prazo de recebimento e das notas.

Eles emitiam notas e não tinham um controle dos prazos de pagamentos.

Muitas vezes, para não interferir no Fluxo de Caixa da empresa, precisavam tirar dinheiro do próprio bolso para organizar fechamentos.

Amanda e Cleber não sabiam se os clientes haviam pagado as notas emitidas.

Era uma bagunça!

A inadimplência não podia ser medida e a emissão de notas se dava em datas diferentes e aleatórias (à escolha dos clientes).

Eles tinham todos os gastos e só recebiam 60 dias depois da emissão das notas.

Eles estavam perdidos!

Chegou a um ponto onde o Capital de Giro não conseguia financiar a operação. A empresa não gerava caixa, ela só consumia…

Eles estavam perdendo dinheiro e perdendo a empresa.

A empresa não se sustentava.

Foi um momento muito obscuro, não havia saída, não sabiam o que fazer…

Cleber e Amanda queriam fugir do país e se esconder numa caverna…

Nem tudo é um conto de fadas.

Precisavam de uma solução e uma solução imediata.

Como sairiam dessa?

Identificou-se com esse sufoco?

Quer saber a continuação dessa história? Veja no próximo post…

No próximo post trarei para você a solução e os responsáveis pela restruturação e pelo resgate do vale da sombra da morte. A Comemorar renasceu das cinzas!

IRPF 2019: Qual a documentação necessária e quanto pode pesar a multa

A multa por não entrega da declaração pode ser realmente salgada em 2019. Por isso é preciso que ela seja entregue dentro do prazo.

Para isso a CONNECT ORGANIZAÇÃO CONTÁBIL organizou uma lista com os documentos que você precisa para fazer a sua declaração. Nossa equipe está a postos para lhe ajudar. Mas não deixe  para os últimos dias, pois talvez sua declaração não fique pronta a tempo.

A grande vantagem de realizar a sua declaração através de um contador é a assessoria com a documentação e também com o acompanhamento da mesma, que continua mesmo depois  ser entregue, o que permite em alguns casos uma retificação.

A equipe CONNECT pode lhe fornecer todas as informações sobre nossos serviços através de nosso whatsapp 41 9 9264-6280.

CALENDÁRIO

O prazo final termina às 23h59 do dia 30 de abril.

MULTA

Entrega após o prazo final estará sujeito ao pagamento de multa, que pode variar de R$ 165,74 a 20% do imposto devido, mais juros de mora.

Só estão isentos da multa os contribuintes que não são obrigados a apresentar a declaração do IR. O contribuinte que perder o prazo não precisa se preocupar com o cálculo da multa. O próprio programa do IR calcula o valor do Darf (documento para pagamento do imposto no banco) automaticamente, com base no dia de entrega da declaração.

DOCUMENTAÇÃO

  • CPF, título de eleitor, comprovante de residência
  • Informe de rendimento salarial
  • Informe de rendimento bancário
  • Comprovante de renda (Heranças, doações, saques do FGTS, etc.)
  • Recibos e notas fiscais de gastos com saúde e educação
  • Comprovantes de aluguel
  • Recibo de consultório autônomo
  • Comprovante de remessa ao exterior
  • Dependentes (nome, data de nascimento, CPF, grau de parentesco)
  • Recibo ou depósito de pensão alimentícia
  • Recibo de pagamento de INSS de empresada doméstica
  • Nota fiscal ou recibo de veículos (com data de venda, nome e CPF de comprador)
  • Registro de imóveis

Uma história do que não fazer com seus clientes

Hoje, quero trazer um post curto com um dos insights mais valiosos de toda minha vida corporativa e que mudou por completo meu mindset. São pequenas atitudes como essa que fazem uma diferença gritante e que afeta todo nosso processo. Vamos lá!

Você já se sentiu mal em alguma situação onde era o cliente? Você já quis ir embora de algum estabelecimento por conta de um constrangimento? Você já sentiu na pele a dor de um empresário sem ideal de sucesso do cliente? Ou pior, você já colocou seus clientes em situações como essa?

Empreendedores, precisam ter uma sensibilidade e uma empatia muito maior do que a maioria das pessoas. Eles lidam com seres diferentes a cada dia, não podem colocá-los em situações desagradáveis. É preciso criar uma boa relação em diversos aspectos, do desenvolvimento comercial até uma simples visita.

Vou contar uma história que pode exemplificar bem o que quero pregar:

Final de semana passada, fui fazer uma viagem com minha família para uma cidade do interior do estado. Uma simples viagem para almoçar e aproveitar um ar puro.

No meio da estrada, bateu a fome e resolvemos parar em um restaurante de beira de estrada. Era um restaurante com aquela vibe rústica e com aquele ar aconchegante. Era perfeito! poderíamos até passar a tarde. Fui dar uma voltinha pela lojinha de presentes do restaurante procurando alguma coisa que não precisava, mas que poderia comprar (todos nós fazemos isso. Compramos aquela vaquinha que dança, aquele massageador de cabeças que estraga em uma semana. Não temos desculpas, só compramos.). Precisava passar pela porta da cozinha para ter acesso a loja, e nesse caminho me deparei com algo que GELOU meu estômago.

Passando pela porta da cozinha vi uma placa que dizia em letras garrafais: NÃO ENTRE NA COZINHA! Putz! Aquilo me espantou de todas as formas. Não tinha pensado em entrar na cozinha, mas me afastei ao máximo de lá. Decidi continuar meu caminho até a loja de presentes.

Na loja, logo abaixo dos objetos vi outra placa que, mesmo não me surpreendendo, me deixou incomodado: QUEBORU, PAGOU! Bem, não foi o erro de ortografia que me incomodou. Foi a forma como eu fui tratado pela placa. Aquela mensagem me fez querer ir embora, não dava mais. O dono me queria longe, ele me via como um turista que só ia lá para quebrar objetos e entrar na cozinha. Chamei minha família e partimos para outro restaurante, lá não dava mais!

Entende a mensagem que quero passar com essa história? É simples! Ela é um exemplo do que não fazer com seus clientes.

A base do desenvolvimento comercial é o relacionamento. Você não pode transformar seu contato com o cliente em um momento completamente desconfortável. Não crie regras chatas que desenvolvem desvinculo com seus clientes!

Provavelmente aquele dono do restaurante passou por más experiências com turistas que quebravam seus objetos de TANTO valor. Mas, isso não pode ser reproduzido para todos os clientes! Você precisa conseguir resolver situações como essa com conversas, proporcionando bons momentos para seu cliente! Não empurre uma mensagem GRITANTE que deixa as pessoas com medo até de comprar. Às vezes, seu cliente precisa de tocar para sentir o valor da posse daquele objeto ou serviço. Isso é uma técnica de vendas! Não seja alguém quadrado, desenvolva bons relacionamentos e bons momentos!

Espero que essa história tenha te trazido uma reflexão sobre seu contato com clientes. Não permita que um caso específico reflita em toda sua carteira de clientes! Tenha um atendimento personalizado!

Essa história pode ser interpretada de diversas formas, mas a ideia principal é: DESENVOLVA UM BOM RELACIONAMENTO E PERMITA-SE VENDER MAIS E MAIS.